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segunda-feira, 20 de abril de 2015

5 anos, é, eu cheguei até aqui..

5 anos de blog. Hoje. E eu tentando fazer um reflexão de tudo que fui e sou, mas né, cansei. Cansei de um monte de coisa, decidi voltar a escrever e pensei: "Vou organizar o blog todo, mudar layout.." 5 min. depois, desisti, cansei, não tenho mais saco pra nada, então aviso ao navegantes que esse layout vai ser assim pra sempre, não vou mudar, gostaria, mas mesmo tendo a mentalidade de 12 anos, acho tudo um saco. Cês sabem que na verdade tenho 28, né?! E assim, obrigada meu Deus, muito obrigada, por ter vida e saúde, mas a vida anda uma merda, gente, nunca pensei que tomaria tanto no cu na minha vida, pronto, tá ai uma coisa que mão mudou: A sucessão de quê's! Acho que foi a palavra mais pronunciada no último ano, tanto que criei o "Larissa Diaries", como dei um tempo por aqui, e as coisas emocionantes - Que ainda reflito se contarei aqui ou não - não pararam de acontecer, eu criei na minha cabeça - Cabeça essa de 12 anos - que minha vida era um seriado, que todos os dias tinha episódios novos, com várias resenhas. Vocês podem ri, mas eu levo isso muito a sério, simulo várias vezes que a "câmera 3" esta comigo e criei o "Larissa Convida", que na minha frindzone, é o programa mais popular do momento. 
Eu continuo louca, e como muitas coisas não mudaram, todas as outras se foi, como ser popular de novo, as pessoas me amam, e não sei como, nem porque, mas essa coisa de gestão de pessoas, de ser humano e geri pessoas, que coisa louca, me encontrei, gente, juro, amo o que faço e se fosse a 5 anos atrás, tava mantando pessoas, o que continuou fazendo mentalmente, mas com menos frequência do que antes. 
Pepi tinha 1 anos em 2010 e hoje 6, uma moça, super pra frente, mas não esperava nada diferente, lembro que queria muito vê-la nessa idade e hoje morro de medo de vê-la adolescente, gente se ela for parecida comigo, tô na merda total, né? 
Estou tentando terminar a faculdade e a 5 anos atrás nem tinha perspectivas disso, na verdade de nada, me limitei na vida medíocre mãe/esposa que vivia em função do marido, e de novo: Só tomei no cu. Na verdade, aprendi tanto, como resgatar o meu amor próprio, como ter orgulho, como pensar por mim e para mim, eu era uma babaca, tá, continuo sendo, só que de uma forma legal.. 
Continuo fazendo a reflexão e não acho que mudei tanto assim, ou mudei, ou sei lá, como disse cansei de pensar, voltei para o blog justamente pra isso: Pra não pensar, desopilar, refleti, me encontrar, me colocar no eixo, pronto, é disso que eu preciso: Me colocar no eixo! Porque a vida anda uma bagunça mesmo, anda uma merda mesmo, que não cabe mais em mim, vim dividi, de novo, as dores, os anseios, os sonhos, o ombro e quero que divida comigo, vem cá, chega mais, me ajuda a carrega o peso, vem cá, vamos conversar, eu te conto, você me conta, vamos chorar, ri, fique mais, tome mais uma cerveja, afinal, né todo dia que fazemos 5 anos, né? Vamos comemorar ;)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Me sinto bem onde estou, com quem eu sou..

Falo, falo, falo e saem por ai várias interpretação. Hoje me peguei pensando: "Como as pessoas me vê?" E essa pergunta ficou matutando na minha cabeça o dia todo. No ônibus, de volta para casa, percebi que a última vez que tive esse tipo de dúvida eu deveria ter uns 20 anos, não sei se é o amadurecimento, o crescer, que nos faz deixar de lado tanta coisa que antes era motivo de explosão. Não que 375 coisas ainda não sejam, apesar dos meus 24 anos, me sinto super infantil, ainda pego as coisas para mim, as pessoas ainda me machucam, eu sinto tudo e minha primeira reação quando sinto dor, ainda é chorar, sinto tudo, frieza não trabalhamos e lá estou eu chorando o mundo, mesmo quando é somente raiva sendo colocada para fora. Mas no fundo, fazendo uma analise de quem eu sou, para aonde vou, que tipo de monstro me tornei.. Gosto do que eu vejo. Se me contasse quem eu seria hoje a uns 10 anos atrás, eu riria, não levaria a sério, porque eu me tornei muito mais do que eu esperava, me sinto bem onde estou, quem eu sou, porque aprendi a me permiti, não crio limites, deixo eu ser muitas coisas e a sentir muitas coisas, basta eu me sentir bem, basta eu querer, sempre o meu eu, sempre o meu ego, sem se importa se vão gosta e ai que eu percebo que não sou mais aquela menina que não vestia vestido porque se achava feia, essa menina foi deixada para trás em algum momento da minha vida, em algum daqueles momentos que eu não tinha nada, que vivia em busca da minha personalidade perdida, em uma dessas a deixei para trás e me vi mais forte, a cada dia, a cada ano, sempre muitas, mas sem perder a essência.. Hoje me encontrei, leio livros porque eu gosto e não para parecer culta ou para fazer resumos como minha vó pedia, hoje vou um dia de salto para trabalho, outro de sapatilha e o outro de Havaianas e nem por isso aposentei meu All Star, curto qualquer música que eu ouça e dance um pouco ou que me conquiste de alguma forma, seja por letra, ritmo, melodia.. Mas continuo ouvindo rock, na verdade, hoje em dia mais feliz do que antes, que tinha vontade de ouvir outras coisas e me sentia como se estivesse traindo o rock só porque curtia outras coisas também, parei de me achar feia, na verdade, eu sou linda LINDA L-I-N-D-A e depois que descobrir isso, não me sinto nem humilde para dizer ao contrário e nem acho ninguém mais lindo que ninguém, tudo é questão de angulo, posição, do seu olho e muita MUITA maquiagem, aprendi a ser vaidosa, a amar batons e esmaltes, que mesmo gorda eu tô bem, não sinto vergonha das minhas gorduras e nem as escondo mais, e a única pessoa que pode se incomodar com isso, me ama assim ^^ que posso ser sincera independente de qualquer coisa, lamento se as pessoas não goste, sinceridade não é grosseria, aprendi isso e me sinto bem melhor, nada de ficar pressa para agradar, isso com certeza foi deixado para trás, parei de gastar minha educação com pessoas que não valem a pena, não importa quanto educada eu seja, elas vão falar de mim sempre e sempre serão falsas, tirei tudo de podre que existia na minha vida a uns 2 anos atrás, hoje não sei lidar com isso e nem tenho tempo, como disse antes, continuo chorando, POR TUDO, a diferença que eu não me importo mais se as pessoas me acham boba por isso, se me acham louca por eu chorar com propaganda de cachorro ou Glee, essa sou eu, haaaa.. Melhor: Eu assisto teatro, filmes, amo ballet, música clássica e posso discutir abertamente sobre qualquer assunto que esteja acontecendo no mundo, e ainda assisto seriados com historias cafonas e BBB. Sou muito mais do que as pessoas vêem ou acham, porque eu aprendi a respeitar a diferenças, parei de querer me mudar só porque eu não me encaixo nos padrões, a aceitar a opinião alheia e não impor a minha, e eu acho que esse é o grande lance da vida e para um mundo melhor: Aprender a aceitar as pessoas como elas são e as opiniões que a maioria das vezes não é igual a sua, mas aceitar, depois disso você vai se sentir bem melhor, você aprende a não se importar, eu ando assim: Não me importando, a um ponto que se as pessoas não me lêem, desculpa Brasil, são elas que estão perdendo, meu ego está em um poder enorme, de um jeito em que eu ouço as músicas no último volume e canto com meu inglês de quinta sem me envergonhar disso, ou melhor, eu tiro fotos dançando e coloco no blog sem me sentir ridícula por isso, esse é o meu lugar, essa sou eu:

   
   
Ps: Tinha acabado o texto e a nova música da Mallu caiu como uma luva, estava assistindo tv e ouvir a música que diz exatamente tudo que eu quero dizer com esse texto, corri e pus aqui =)

sábado, 1 de outubro de 2011

Todo Mundo Espera Alguma Coisa de um Sábado a Noite..

.. Eu não. Nunca esperei. Foi aparti dos meus 12 anos que os sábados começaram a significar alguma coisa para mim, eu e minha melhor amiga de toda a vida, Buba, íamos ansiosamente para locadora do nosso bairro ver qual era a promoção do fim de semana, geralmente era, leve 2 e pague 1 e sempre saímos satisfeitíssimas com os nossos filmes. Um fim de semana ela dormia na minha casa, no outro eu dormia na dela, não que fosse algo extraordinário, já que ela morava no prédio atrás do meu e só precisava dá uns 20 passo para estar na minha casa, mas éramos felizes, muito, todos os sábados assistindo filmes, tentando adivinhar como seria o final, se entupindo de pipoca e Coca-cola, ai, me emocionei :) 
Quando completamos 14, os sábados era o dia de namorar, estudávamos a semana inteira, Pedestal morava em outro bairro, só nos virmos no fim de semana e ficávamos os 4 - Eu, Pedestal, Buba e o namorado - no banco em frente ao meu prédio namorando. Depois dos 16, mesmo ainda namorando, os sábados também era a noite do Rock in Roll na casa dos amigos, levamos bebidas, comidas e da-lhe festinha. Alguns ficavam batendo cabeça, outros se drogando e outros, onde eu estava incluída, ficavam na mesa, bebendo vinho e tendo papos cabeças, sobre os ídolos do rock, sobre livros, filmes, religião, política.. É, não esperava nada de diferente naqueles sábados, mas era divertido, mesmo sendo iguais, eram ótimos. Depois do 18, em que eu parei de gastar o dinheiro que eu ganhava trabalhando com besteira, os sábados eram diferentes, mas algumas vezes vazios, sempre em festas, em boates, dormindo na praia, mas era tão momentâneos, que logo deixavam de ser interessantes. Meus sábados foram assim desde os meus 21 anos, quando por fim encontrei o homem da minha vida. Foram 3 longos anos, cheios de sábados loucos, Deus fez com que eu me permitisse, curtisse o mundo, porque logo logo seria mãe, e ele não queria que eu viesse com a desculpa de que eu não tinha "vivido". E eu vivi, minha casa era uma arena, mais festas, mais boates, foi em um fim de semana que joguei tudo para alto com Russell, foi em um sábado, em um show que encontrei Zé. E depois disso meus sábados foram cada dia como se fosse o último, veio o casamento, veio a Penélope, e depois de 4 anos os nosso sábados são iguais: Vendo um filme, vendo um programa, fazendo uma guloseima, no pc vendo vídeos engraçados, sempre juntos, quando estou só, continuo por aqui, escrevendo que nem louca, fazendo a alegria das pessoas no msn, em um dos melhores lugares do mundo: O Twitter com todas as pessoas que são iguais a mim, não, não somos perdedores por não esperar algo no sábado, por preferir assistir seriados e trocar twitter, essa é nossa opção, a minha, e eu adoro meus sábados, sem festas, sem ter que lidar com tanta gente hipócrita e estranhas, que nem sabe quem realmente você é mais tá ali, curtindo com você, não, passei do tempo, eu não espero nada dos sábados, porque sei como eles serão, e o mais importante, porque sei que acima de tudo, serão divertidos..

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Careta e Quadrada

Percebo que tenho me tornado uma pessoa conservadora e quadrada. Essa semana isso ficou claro para mim.
Tudo começou com um sonho estranhíssimo que tive com Zé: Ele aparecia aqui em casa com uma mulher para fazermos sexo, nos três. Fiquei revoltada no sonho, fiquei revoltada na vida, fiquei completamente revoltada e com muitos ciúmes dele. Depois, foi o episódio 9 da 4° temporada de True Blood, Sookie sonhando que transava com Bill e Eric ao mesmo tempo, achei DES-NE-CES-SÁ-RI-O Para quê essa cena? Sookie não é a santa de mel que todos querem? Como assim, transando com dois ao mesmo tempo? Fora que para quê mostrar assim, pra quê? ¬¬ Quando me peguei indignada com o sonho e essa cena, me perguntei porque, já que é super normal isso, ou ao menos eu achava normal isso, sendo que já participei de festinhas que todo mundo pegava todo mundo - Não eu não transei com 2 homens ou 2 mulheres ao mesmo tempo, mas já presenciei cenas - e vi várias vezes a galera se divertindo sexualmente, e nunca NUNCA vi nada demais, confesso que até já fiquei tentada de fazer uma dessas brincadeiras com alguns dos meus namorados, então porque o choque? Porque achar que não tem nada haver? Só que o pior ainda estava por vim: No domingo, passou Shrek 2, estava assistindo com minha filha e quando vi a cena do Gato de botas sendo preso com ervas e o Pinóquio de calcinha rosa, fiquei horrorizada também, de ficar reclamando com Zé, falando que era um absurdo eles colocarem isso em um desenho infantil. Gente, sério: Falar de maconha e mostrar um menino de calcinha em um desenho para crianças, como se fossem as coisas mais normais do mundo, não tá certo. 1° Não estou criticando a maconha, não tenho nada contra, já usei, não fico levantando bandeira nenhuma, mas já disse aqui que sou a favor da legalização e tudo. 2° Acho que qualquer forma de amor é válida, se curte pessoas do mesmo sexo e não matam ninguém por isso, amem! Acho que o amor é puro independente com quem ou quê seja. Então deixo bem claro aqui que não sou preconceituosa, nem com a erva, nem com gays. Mas sinceramente? Não quero que minha filha fume, sobre a opção sexual dela nem me importo, estarei do lado dela em qualquer escolha, é difícil pelas coisas que vemos na tv, mas estarei do lado dela para tudo. Não quero que ela fume, pelo vício, por que não sei como vai ser a cabeça dele, ela pode fumar e não curti, como pode curti, se viciar, e usar outras coisas. As pessoas não fumar como antigamente, fumávamos para gastar, escrever, dá risada, laricar.. Hoje as pessoas fumam para se alto afirmarem, para dizer que fazem, sem apologia nenhum. Não quero que minha filha seja mais uma. Choquei com a cena do Pinóquio, porque minha filha perguntou se "ele usava calcinha" sendo que eu ensino que meninas usam calcinhas e meninos cuecas, ela ficou confusa, esse não é um tipo de piada para crianças.. No fim, me lembrei que sempre assisti Shrek e sempre achei engraçado, nunca tinha me importado com essas cenas. Na verdade, nunca me importei com as cenas, com o sexo a 3, com maconha.. O que será que estar acontecendo comigo? Será que a idade estar chegando e eu estou me tornando uma pessoa conservadora? Ou será que virar mãe e saber que tem que dá exemplo para a filha, me deixou com a cabeça assim? Porque será que não acho as coisas tão normais assim? Porque? Porque?

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A Melhor Barreira do Mundo

 
"Um amigo me chamou para conversar. Guardei minha dor no bolso e fui." 
Caio Fernando Abreu 

Domingo pela manhã ainda me arrastava pela casa, e pensava seriamente se iria ou não a festa da Melhor Barreira do Mundo.

Pausa para historia:
Todos os anos desde 2005, Sr.Coxinha e Patati (Gêmeos), começaram a comemora sua festa de aniversário, juntamente com o nosso grupo de amigo, batizando enfim a festa, não somente de aniversário deles, como a reunião da Melhor Barreira do Mundo, nome dado por Odete e Seya, já que todos que conhecia nosso grupo queriam andar com agente, éramos populares, dançávamos em um grupo de dança, entre outras coisas. Essa festa é para nunca nos esquecemos dessas pessoas que passaram em nossas vidas, então todos os anos no primeiro domingo de Agosto, sempre e por toda a vida, terá essa festa. Para sabem mais: Tudo voltando com calma.. - O post sobre essa festa no ano passado, no meu primeiro ano de blog, então se acostumem que ano que vem, não tem mais "Pausa para historia" : ) -
Fim da pausa

 Decidir ir, não estava nada feliz, Zé não estava do meu lado, mas Papi encheu tanto meu saco, que não tinha porque não ir. FOI MARAVILHOSO!! Todos os outros anos de certa forma ainda estávamos ligados, na verdade, depois do meu casamento e o termino do All Star, cada um seguiu seu rumo, claro, sempre nos batemos por ai, mas reunir como antes só nesta festa. Vi todos os meus amigos da adolescência, colocamos o papo em dia, percebi que o carinho continua o mesmo, vi a felicidade estampada no rosto de muitos ali, simplesmente por estarmos juntos. Ri muito, nossa, eu realmente precisava disso, mesmo com toda tristeza dei uma revigorada, fora que estar com amigos que te conhece pelo olhar é perfeito. E mais lindo ainda ver a galera falando: "A melhor Barreira do Mundo e o All Star estar vivo em nossos corações.." Chorei, né?! Agradeci a Deus por esse momento. Eu sei que nunca vou encontrar a plena felicidade, porque a felicidade vem em vidrinhos, com dosagens certas. Vivemos na medida para termos momentos de felicidade, domingo tive o meu..
E nunca vou esquecer de todo mundo cantarolando U don't Have To Call:

Melhor Barreira do Mundo
Dá esq. p/ dir. Em cima: Sr.Cabeça, Barbie, Eu, Bibian Perón, Mario, Papi e Lininha.
Dá esq. p/ dir. Embaixo: Camila Pitanga, Sr.Coxinha, Binho, Odete e Patati.
All Star
Sr.Cabeça, Eu, Papi, Bibian, Sr.Coxinha, Odete, Camila Pitanga, Barbie e Mario

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Eu Já fui: Uma Sobrevivente do Mar

Tive mais um daqueles pesadelos com mar.
Sempre ameio o mar. Minha mãe era aquela mulher que todo o fim de semana estava na praia. Moramos perto da praia. Então, sempre vivia nela.
Todos os anos viajava com minha família paterna para o litoral. Meus avós tem casa lá e as férias sempre passava com eles, já que meus pais eram separados. Foi no verão de 2004 que sofri um acidente no mar. Eu e meus primos estávamos brincando no mar, só que estávamos em um local que era perigoso, conhecido como "Garganta do Diabo". Tinha esse nome, porque tinha uma linha de grandes pedras e no meio uma pequena abertura, nessa abertura o mar puxava a água com muita força, tornando o local perigoso para banho. Mas eu não me importava com isso, queria era mergulhar e sempre estava em segurança com meu primo. Em certo momento as ondas estavam muito altas, o Salva-vivas comunicou que ali estava muito perigoso e resolvemos dá um último mergulho e ir embora. Só que neste mergulho, veio uma onda tão forte que me puxou, segurei no meu primo e ele tentava levar os outros para areia, já que eram menores e éramos mais velhos. Enquanto ele levava, veio mais uma onda que eu tentei me segurar em meu primo, mas não conseguir, ele veio e tentou me segurar e no mesmo momento veio mais uma onda. O mar estava revolto e ele não conseguiu me segurar, fui sugada. Comecei a tentar nadar desesperadamente e não conseguia. O mar me puxava muito, eu engolia muita água e sentir meus braços bater nas pedras, foi ai que conseguir levantar um pouco mais e ver que tinha passado pela "Garganta do Diabo". Tentei nadar mais algumas vezes, mas era inútil, eu estava chegando a alto mar. Foi ali que eu descobrir que quando as pessoas falavam que se estavam perto da morte conseguiam ver um filme nas suas cabeças, era verdade. Eu vi um filme, vir todas as brigas com minha mãe, vi minha 1° vez com Pedestal, vi o meu quarto com todos os rostos daqueles astros do rock, vi o rosto de minha melhor amiga, de minhas irmãs.. E quando estava apagando vi uma boia branca e vozes de pessoas gritando longe. Conseguir colocar um braço na boia e fui tomando folego, tentando sobreviver. Vi muitos homens puxando a corda da boia do Salva-vidas e em determinado trecho, eu tinha me distanciado tanto da onde eu tinha passado que eu cheguei em uma parte aonde só tinha pedra, tive que subir para passar, quando finalmente subir, veio uma onda enorme e me levou por cima das pedras, sai rolando em cima de muitas pedras até ficar presa em uma próxima a praia e o Salva-vidas me pegar. Eu estava com os peitos de fora ¬¬ com o corpo cheio de sangue e com uma fratura exposta do osso, no lado esquerdo do corpo. Meu primo chorando e me ajeitando, eu fiquei tão irritada que não quis esperar ambulância nenhuma, me levantei toda ensanguentada e cair, porque não aguentava andar. Um menino que estava passando na pista viu quando eu desmaie e parou o carro, me carregou, me enrolou em uma toalha BRANCA que estava no carro dele e me levou para o hospital. Eu, no banco do fundo do carro, tentava falar com ele, mas desmaiei. Acordei na sala de cirurgia do posto, com ele do meu lado e o médico costurando minha barriga, apaguei de novo. Quando acordei descobrir tudo que aconteceu comigo: Rachei o fêmur. Fui perfurada no osso da cintura, o que me fez perde muita carne e tecido, não adiantando muito os pontos que tomei na região, já que a pele iria se regenerar, mas a carne não. Um braço torcido. E escoriação por todo o corpo, do rosto a bunda. Teria que ficar 45 dias de cama, só fazendo exames e me recuperando. O menino ainda estava do meu lado e foi a viagem toda me visitar, só não teve chance nenhuma, porque namorava com Pedestal, que ficou louco quando soube e só não foi me ver porque estava trabalhando e não conseguiu licença. Meu pai colocou toda a culpa no meu primo, que ficou sendo meu babá. Tinha que fazer uma cirurgia por causa do fêmur, mas nunca fiz e sinto dores nele até hoje. Depois de tudo isso, criei um trauma enorme com mar: Não entro em mar com onda, nem com pedras, nem sozinha. Só em mares calminhos e com alguém. Tenho esses pesadelos de tsunamis e me afogando desde então. Restou os pesadelos, as dores, e essa cicatriz linda ¬¬ na minha cintura:

A única foto que dá para ver a cicatriz e ainda sim, não dá para ver ¬¬ Tentei gente..
Ps¹: Esse acidente aconteceu no dia 04/02/04. Sendo 2 dias depois da festa de Iemanjá, na qual eu participei, dei flores e perfumes e sofri o acidente igual ¬¬ Depois disso xinguei muito Iemanjá e colocando toda a culpa de "que ela queria me levar". Segundo minha colega de quarto, ele me salvou ¬¬ Já que se eu tivesse que morrer, morreria mesmo..
Ps²: O menino me colocou em uma toalha branca e nem se importou com isso, porque fazia medicina e a família dele era dona das maiores farmácias do local, ele disse que se sentiu na obrigação de fazer isso por mim ^^ Claro que neste 2 meses ele se apaixonou por mim e ficava brincando que era meu príncipe, com o aval de meu pai e tudo. Só que eu amava Pedestal e não trairia ele nunca! \o/ Apesar de ter achado o menino muito fofo mesmo!
Ps³: O menino ficou na sala de cirurgia comigo, porque o médico pediu para meu primo ficar, só que ele não aguentou tanto sangue e desmaio ¬¬ Ai o menino teve que ficar, para caso eu acordasse me auxiliar.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Na Minha Época de Escola..

             
Lá estava eu, esperando um ônibus e observando alguns alunos da minha antiga escola passar.. Até eu ouvir: "O quê? A diretora te pegou com ele? NO BANHEIRO??" A outra: "Foi.. Minha mãe vai me matar, vou ficar uma semana suspensa, a diretora já marcou a reunião com ela e a mãe dele, e ela disse que vai contar que eu estava BATENDO BOQUETE.." Neste momento parei de ouvir, porque fiquei chocada :o Não, não sejamos hipócritas, com 16, 17 anos (A idade que a menina aparentava) já tínhamos namoros quentes, peguetes venenosos que nós convencia a masturba-lo, não foi isso que me chocou, foi o lugar e ser pego. Me peguei pensando bestificada com cara de paisagem no ponto lembrando da minha época. Eu fazia essas coisas, mas na minha casa, na casa do namorado, no carro do pai do namorado.. Mas no banheiro da escola? Tipo, e minha antiga escola é um ovo, fazer uma coisa dessa lá na escola é a mesma coisa de chegar para a diretora e dizer que estava masturbando um garoto no banheiro da escola. Na minha época éramos mais inteligentes. Sabíamos até onde podíamos ir. Na verdade, na minha época, eu tomava suspensão porque fazia guerra de água, ficava dias sem ir para escola, porque brincávamos de jogar água um no outro, molhávamos a escola toda, e até uma professora de história uma vez, que não teve senso de humor e foi bufando para diretoria. Era bobagem, mas era mais saudável. Imaginem a cena: Minha mãe recebendo um telefonema dizendo que eu estava masturbando um cara no banheiro da escola.. Sério mesmo que eu nunca teria um blog, porque eu conheço minha mãe e realmente ela não me deixaria viva, ou deixaria marcas que eu nunca mais iria querer tocar um cara. Fora, que de verdade, nunca NUNCA namorei na escola, os caras da minha época eram muito babacas para mim, sem modéstia nenhuma mesmo. Tudo idiota e eu estava além do meu tempo. \o/
Me lembrei como os tempos mudarão, que antes meus amigos e eu, filávamos aula para ensaiar no fundo da escola, com um som super baixo, porque Odete gravava no "Gravador de voz" do seu celular e levava, ninguém de nos tinha mp3, mp4, mp50, ipod ou iqualquercoisas. Só tínhamos mesmo a gravação de Odete e éramos felizes por isso. Hoje, o pessoal fila para beber, fumar maconha e namorar, como eu mesma vi hoje levando Penélope para casa de minha mãe, um grupinho de no máximo 16 anos, bebendo, fumando cigarro e namorando. Como eu disse antes, NADA CONTRA A NADA DISSO, acho mesmo que você tem que viver cada dia da sua adolescência como se fosse o último, tem que experimentar de tudo mesmo, para criar sua personalidade e ter opinião própria. Tem que viver tudo bom, gostoso e ilegal, porque nessa fase da vida a única coisa que vão dizer de você é que é um adolescente que não tem nada na cabeça. Conheço pessoas que foram presa na adolescência e hoje com 35 anos quer se comportar como uma menina de 17, e ai não ouve que é só uma mulher que não tem nada na cabeça, é taxada (E é mesmo, no meu ponto de vista) de irresponsável, imatura, á toa que larga os filhos por uma festa. Hoje sou boa mãe também por isso, escolhi a opção de ter um filho e deixei todas as minhas loucuras para trás, as festas, as drogas, a curtição.. Porque VIVI muito, CURTI muito, BADALEI muito e agora não fico com esse sentimento de "Ai, eu não vivi nada.." Só acho que os adolescente de hoje dão ênfase a essas coisas, eu curti muito mais estudei muito também, respeitava o espaço do outro, quando tinha briga na minha época eu não ia armada para escola (:( Pena) como vermos por ai acontecer.. E no fim de todas as conclusões me peguei pensando em como será o futuro da minha filha, de como será a adolescência dela, se eu vou receber um telefonema da escola dizendo que ela estar no banheiro masturbando alguém.. Mas não se preocupem, se acontecer, vocês vão saber :(
Todas as Fotos Tiradas na Escola, Éramos bobos, Mas Felizes!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Eu Já Fui: Mônica

A 10 anos atrás eu estava no auge dos meus 14 anos. Era uma das melhores fase da minha vida: Quando eu era roqueira! Se houve algum fato ruim nessa época, nem eu mesma consigo recordar, só me lembro de coisas boas: Dos melhores amigos que alguém pode ter, da música boa, dos banhos de rio, dos luau's.. Lembro também que nessa época estava namorando Gary* um cosplay de Renato Russo. Gary foi um daqueles namoros de menina só por conveniência, foi meu último namoro bobo, depois dele viria Johnny. Eu gostava dele, não exatamente como deveria, mas ele era louco, confuso e muito MUITO parecido com Renato. Ele era apaixonado por Renato Russo, a voz dele era igualzinha e ele passava horas no meu quanto cantando Legião. Namoramos uns 3 meses, minha mãe adorava ele, o pai dele me adorava e éramos aquele casalzinho de roqueiros fofos, sebe? Foi um relacionamento super divertido. Nada sério, mas muito divertido. Terminei com ele, porque não gostava dele e ele fez uma serena para mim com a música "Eduardo e Mônica", ele dizia que era nossa música. Como não tinha nada na cabeça voltei para ele. Depois de algumas semanas ele recebeu a notícia que a mãe dele tinha morrido, ele passou por uma fase muito difícil e eu estava do lado dele, foi super estranho, porque eu mesma me cobrava o tempo todo que tinha que dar total atenção a ele. Ele não ficou bem, chegou um dia lá em casa, dizendo que a "fantasia acabou" e me deu o cd "Dois" de Legião Urbana. Depois disso, soube que ele tinha se mudado e uma amiga em comum disse que ele falou: "Dei o cd que ela mais gostava, ela nunca mais vai se esquecer de mim.." O cd era o meu preferido (Hoje é "Plateia Livre" 1 e 2) e chorei no dia que ela me disse isso, continuei ouvindo todas as tardes como se ele ainda tocasse lá no meu quarto. As minhas preferidas sempre foram "Índios" e "Andrea Doria". No fim do ano passado, me encontrei com ele, fiquei super feliz de saber que ele estar bem, noivo, fazendo faculdade e ele disse que eu ainda era a preferida do pai dele. E me perguntou do cd, disse que continuava no mesmo quarto que ele tocava todas as tardes, nos desejamos sorte e seguimos nossas vidas. Lembro que desde que comecei com o blog, sempre pensei em falar sobre o Gary, ele não entra na linha da importância dos "Eles foram três.." Mas participou de uma das melhores fases da minha vida. Essa semana, quando entrei no twitter e vi todos falando sobre o filme "Eduardo e Mônica" fiquei super curiosa, quando assistir me arrepiei e chorei muito, claro, tirando o fato que sou banana e choro por tudo, lembrei dessa época gostosa, de Gary, dos amigos loucos, do dominó, do vinho vagabundo e daquele que me embalava nas minhas melhores e piores tardes: Renato Russo.

Filme: Eduardo e Mônica


*Nome Fictício 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Eu Já Fui: Vítima de um Assassino Apaixonado!

Nesses últimos dias me peguei pensando eu prova de amor. E olha, a maior prova de amor que recebir foi Russell tentar me matar! Foi lindo! A coisa mais linda que alguém pode fazer pela outra é matar por amor! Já contei essa historia aqui? Não! Segue a historia.. ¬¬'

Flash Back de Como Russell Tentou Me Matar:
Era um domingo ensolarado de novembro. Tinha 3 dias sem ver o Russell, nosso namoro estava desgastado e lutávamos ainda para sobreviver, porque acima de tudo nós amávamos. Chamei alguns amigos para dar umas risadas em meu lar, morava sozinha e nos últimos tempos fazia festas regulares na minha casa, regada a muita vodca, música boa e drogas. Naquela tarde tinha uma uma amiga nova no grupo e como adolescentes retardados que somos resolvemos "brincar" de pegar uns aos outros..

Pausa Para Falar Mal Dos Adolescentes:
Fico abismada como adolescente inventa tamanha desculpas para fazer cagadas. Se quer beber, inventa brincadeiras como "0 a 100" ou "Bicho não bebi" (Joguei muito) quando na verdade, ficamos maduros, compramos nossas bebidas e bebemos, como pessoas normais. Ai inventa brincadeiras com "Roleta da perdição" e começa a ficar nu, pegar uns aos outros, enquanto adultos, chegamos na pessoa, vamos ao um motel, damos horrores e a vida continua..
Fim da pausa

Estávamos todos bêbados, peguei uma roleta daquele jogo "Jogo da vida", que todos conhecem, enumeramos de 1 a 10 com coisas do tipo: "Tire a parte de cima" "Mande alguém beijar fulano" essas coisas idiotas. Ai começou e só aconteceu 2 rodadas, algumas amigas só de sutiã, outras beijando alguns meninos e eu beijei uma das minha melhores amiga (Os meninos adoram ver garotas se beijando) e na 2° rodada tive que beijar um amigo. Fomos para o quarto e alguns amigos foram atrás por que sabiam que éramos tão amigos que não iríamos fazer nada, ai o beijei, o Russell chegou, viu o beijo, quebrou tudo dentro de casa, quase bate em todo mundo e o que eu me lembro mais daquela noite é a voz da Megh Stock (Luxúria) dizendo: "Mesmo que a nossa casa caia de repente, você vai continuar aqui intacto.." Chorei muito. Russel saiu enlouquecido, todos foram embora e eu fiquei ali, ouvindo Luxúria alto, com um copo de vodca na mão, na porta do meu condominio, como uma louca que tinha perdido o homem da vida. As coisas estão estranhas, mas não era para ser assim, não era para ver eu beijando alguém porque sou burra e retardada o suficiente para brincar de beijar alguém..Fora que Russell sem sombra de dúvidas foi o cara que mais MAIS me amou! No outro dia um vídeo da gente rolava na internet (Juro que conto essa historia outro dia..O dia que me tornei uma atriz porno! JURO), Russell se tornou um maníaco e eu uma vítima indefesa. Depois de 3 dias, ele estava me esperando na porta da minha casa, entramos, ele pegou uma faca, me ameaçou e eu comecei a ver alguém que eu tinha despertado no Russell, ficamos uma hora lá e ele só me ameaçando e sentindo prazer em minhas lágrimas e desespero, foi horrível, apesar de saber que se ele quisesse mesmo me matar já tinha o feito ¬¬ . Quando me lembro dessa historia, apesar de ri muito disso hoje, na época parecia um filme de terror que eu iria me ferrar, mas logo apareceu algumas de minha alunas, por sorte tinha marcado aula nessa tarde, e ai quando uma amiga apareceu para me chamar, ele disse: "Diga que não pode ir.." (Ele deve ter assistido muuito filme antes de fazer isso..) Ai, abrir a janela e minha amiga olhou com cara de espanto, por que tava toda suada, chorando, e ela perguntando o que aconteceu e eu dizendo "Nada" e fazendo mímica labial, tentando mostrar a ela que estava em perigo..Foi um desastre, mas ela se tocou, e chamou alguns amigos, falou que chamaria a policia e tal, ai Russell foi embora.. Mas nossa historia não acabou por ai..
Fim do Flash Back

Vocês devem tá se perguntando, por que ela deixou ele entrar, cadê o telefone..Deixei ele entrar por que achei que conversariasmo civilizadamente, tentei usar o telefone, mas ele percebeu  tomou e desligou. Russell estava a um passo da minha frente e até hoje brincam sobre essas historia..Mas com certeza, foi a maior prova de amor que já tive..FATO#

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Eu Já Fui: Uma Bailarina de Ballet!


Digo bailarina, por que sei a técnica do ballet e não dançarina que é o ato de dançar de qualquer jeito, assim como fazemos no dia-dia..
Fiz ballet por 10 anos da minha vida (Dos 2 aos 12 anos) e eu gostei muito durante um tempo, mas depois dos 7 anos eu queria sair para aprender a tocar violão, minha mãe não deixou e fiz ballet forçado por 5 anos, minha única alegria em ir ao ballet, era que minha melhor amiga fazia comigo e eu me divertia muito com ela. Cheguei a ser a 1° bailarina da sala, a única que escalava e por causa das "juntas" não faço mas, fiz (Se eu não me engano) 13 apresentações de ballet, e adorava minhas roupas, o ballet me trouxe disciplina e postura e foi através dele que comecei a conhecer a arte, as músicas clássicas e segurança, que me veio quando fui solista e me apresentei ao som de Beethoven Symphony 9 em D menor op. 125 (1 / 7), na época tão difícil e eu conseguir, acho que foi minha 1° realização..Depois fiquei totalmente desestimulada, larguei o ballet e não sabia ao certo o queria da vida, minha mãe continuou a insisti na dança e fiz dança Flamenca por 1 ano, mas ainda não tinha me encontrado..

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Eu Já Fui: Uma Criança Feliiiiz

Eu aos 3 Anos..
Sabe essa mulher no auge dos 23 anos, que reclamada da vida, que é dramática, problemática, insuportável, que só fala das coisas ruins que acontece com ela, que vocês conhecem muito bem? Pois, ela já foi uma criança muito feliz! Nunca fui bem-vinda, mas feliz sim.. Reza a lenda que minha mãe não queria me ter, ela tinha 30 anos, 3 filhos e um emprego que lutou para se estabilizar nele, eu também não iria querem ter mais um filho. Ela tentou de todas as formas me tirar, mas não conseguia (Sou ruim desde sempre!). Até que um dia foi a uma casa de aborto e quando entrou as samambaias da mulher que fazia os trabalhos, começaram as se balançar (Gente, não me faça pergunta de vestibular, porque eu não sei..Só que foi assim), ai a mulher começou a gritar e dizer: "Eu não vou tirar essa criança não, Eu não vou tirar essa criança não.." Ai começa a historia de minha vida..Minha mãe ficou com medo de me tirar e me teve, achava bonito minha irmã dizer que eu parecia a boneca dela que se chamava Larissa e minha mãe achou legal colocar o nome da boneca..Eu demorei de falar e andar, era super preguiçosa, mimada, mandona, desobediente, chata e mentirosa. Sempre que fazia alguma coisa dizia que era outra pessoa, eu se me conhecesse nessa época, me mataria..Sempre tive tudo, o que eu achava o maxímo, até descobrir que minha mãe me comprava. Fui uma criança má, brincava com minhas bonecas e deixava as meninas olhando, e se elas tocassem em qualquer coisa, fazia um escândalo..Já fui incendiaria: Coloquei fogo no meu berço / quarto. Já fui bombeira: Destruir todos os registro da minha casa e a casa sempre ficava alagada..Eu era muito feliz, brinquei horrores, apanhava horrores..Acho que minha infância feliz acabou com a última briga dos meus pais, me lembro vagamente, dele quebrando a janela e gritava muito, acho que ali comecei a ver as coisas de outro ângulo, de outra forma, jeito..Depois dali, muita coisa mudou..Mais durante 9 anos..Fui uma criança feliz!
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