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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Pombagira, eu, macho e uma briga de galo.

Não sei se vocês sabem, mas todo mundo no mundo tem uma pombagira na sua vida. E isso não é ruim não como ouvimos o tempo todo por aí, a pombagira é a entidade espiritual que faz o jogo do amor acontecer para você, lindaaa! Ela que é seu cupido e abre seus caminhos para as conquistas. Então, vamos desconstruir essa coisa toda de demônios e afins, todo mundo tem uma e isso não vai mudar #PAS 


Reza a lenda que a minha foi enfeitiçada. Ela anda zonza por aí e sempre me dar os piores amores - Conheci 3 pessoas diferentes e incríveis, nos últimos 5 anos, que tinham namoradas e esse looper parece que não vai ter fim (GENTE, TODO MUNDO HOJE TEM NAMORADA PORQUÊ?) -. Ainda não sei ao certo o que houve com ela, quem faria um feitiço para mim, de verdade, nunca pensei nisso, mas ela está aí, enfeitiçada, loca e bagunçando minha vida amorosa. 


O fato é que no meio disso tudo, eu tô aqui, vivendo a adrenalina de já me senti encalhada por ter transado 2 vezes esse ano, na situação de sexos casuais, onde minha terapeuta implorou que eu não fizesse porque ficaria mal depois, e, adivinhaaaa? Foi isso mesmo que aconteceu! E hoje estou tão maluca do pão, rezando para que relacionamentos terminem e eu beije pessoas ou, que no fim de tudo, eu tope tranquilamente sexo casual e/ou vire lésbica - O que é uma boa, já que aparece muita mulher para mim, mas eu já tentei e NÃO ROLA NÃO, VIU?! -

Acho mais legal ainda, é eu vi aqui falar sobre isso, um tema que até pouquinho tempo eu não sabia lidar e ficava desesperada pelo fato de querer ter um homem - A maioria de nós somos cheias de complexos de Cinderela, mas não sabemos e/ou aceitamos -, de sábados serem dias difíceis e nunca mais ter recebido aquela ligação do final do dia com a pergunta "Como foi seu diaaaaaaa?" - VEEEEEIIII, REAL, NÃO RECEBER A LIGAÇÃO DOÍ DEMAIS =( -. Eu vivia um contante 'Deus me livre, quem me dera', afinal, queria homem pra caramba, mas fazia a linha 'nem ligo de ter um'


Mas hoje não vejo problema nenhum de falar sobre isso, na verdade, eu preciso falar mesmo, que mulher tem que se unir e uma ajudar a outra. Nos somos um bando de locaaaaas mesmo, querendo macho, sendo ciumentas possessivas e querendo muitos sexos selvagens, isso somos nós. E que bom que somos, e que bom que eu consigo dizer "Olha, eu quero um homem", e MAIS IMPORTANTE AINDA, saber que eu não preciso de um homem para me bancar em nada, e ainda assim, querer muito um. 


Esse texto é um texto de crescimento. Nesse momento, eu estou olhando para trás e vendo a Larissa esposa de Zé, a Larissa feminista durona, e olho para quem eu sou hoje, e OBRIGADA MEUS DEUS POR QUEM EU SOU HOJE, por ter aprendido e caído tanto, a vida é isso aí, um ringue de briga de galo. Onde você apanha - cresce - ou bate - cresce -. E eu cair nesse ringue, estive lá por muitas vezes e aprendi que  os fortes, os ariscos, os sobreviventes... São esses o que passam para a próxima fase, onde eu quero está.

sábado, 1 de setembro de 2018

Diário de Terapia: Complexo de Cinderela e suas mazelas




T: Eu fiz essa anotação no início da sessão... - Tia Terapeuta falou me mostrando um papel amarelo - Quero que você reflita sobre isso... - Eu peguei o papel que tinha a seguinte mensagem: sobre ser eu mesma na conquista. - Pense sobre isso. Escreva. Vamos falar na próxima sessão... 





Fitei o papel e levantei, sair do consultório, peguei o elevador já contextualizando uma vida sobre o amor e toda essa bagunça que ele faz comigo. Tudo isso me ocorreu, porque eu falei que, depois que  descobri que o 'crush mais lindo do mundo, porém feio' - um carinha da academia -, tem namorada, eu fiquei mais leve com ele. Antes tinha toda uma tensão sexual - Não que eu não queira dar loucamente nunca mais para ele, não é isso, dor, daria, e daria de novo -, troca de olhares e sustentar um personagem até nos conhecermos o suficiente para eu poder ser eu mesma, sim, gente, choquem, no auge dos meus 31 anos eu fazendo personagem, segurando a onda. E porque eu faço isso? Porque o fantasma do "você é muita coisa!" me ronda até hoje. As pessoas dizem que eu assusto os homens, minha autossuficiência os destrói, tem que ser muito macho pra está comigo - E tem que ser muito macho mesmo, gosto de muito macho -, e não quero assustar ninguém, não quero que os homens tenham uma percepção errada sobre mim... "Mas como assim, se você for você mesma, não importa o momento que seja, ele vai ter a percepção "certa" ou "errada" em algum momento, porque se esconder?" A musa fez ecoar essa pergunta na minha cabeça em toda a viagem de volta para casa. E ao chegar, eu já tinha essa resposta: E é porque é o caminho mais fácil. Porque o medo está aqui, de ser rejeitada, de não dar certo mais uma vez (como não deu), dele não gostar de mim, de como eu sou... E naquela noite refleti sobre essa pergunta, essa sou eu vendo meu Complexo de Cinderela na lupa, me analisando e desconstruindo, construindo minha independência, mostrando que preciso abrir as feridas, trata-las, fazer curativo, esperar sarar... Eu não parei de acreditar no amor em nenhum segundo da minha vida, mesmo com toda minha historia com Zé, e os 2 últimos laços que passaram na minha vida, mesmo parecendo que nunca mais vai dar certo, eu acredito, muito, e quero muito pra mim também, não vou morrer seca e amarga, só que o lance todo é: qual é o lugar dessa vontade? Eu preciso disso ou eu quero isso? Isso é mais uma moleta para minha vida ou é só uma pessoa que agrega valor nela? Que tipo de atenção eu dou a essa área da minha vida? E aí, a cada pergunta, eu vou abrindo arquivos neurológicos, vou me questionando, refletindo, crescendo, aprendendo a lidar com toda essa bola de neve que eu sou, colocando cada coisa em seu lugar. 
Refleti a madrugada inteira sobre não ser eu mesma na conquista e vendo o quanto eu sou otária, e que graças a Deus eu percebi isso logo, segundo Colette Dowling, existe mulheres que passam a vida sem perceber o seu complexo de Cinderela (Todas nos temos, é algo enraizado em nós), Dowling ainda afirma que "é nesse ponto que as meninas se defrontam com o que certamente se afigura o problema central da feminilidade em nossa cultura: o conflito entre dependência e independência. Qual o meio-termo ideal entre ambas? O que é "certo"? O que é "apropriado"? Uma menina extremamente dependente, sem opinião própria e sem personalidade, é considerada boboca e chata, mas uma menina extremamente independente também não é um bom negócio. Pode até ter vários amigos, mas, nos assuntos românticos, eles se retraem." (Porra! Meti referencia! #PAS
E a ideia não é só abrir arquivo neurológico e não fazer nada com ele, tem que mergulhar mesmo, entender o seu id, saber quem você é e se transformar em quem você gostaria de ser, construir uma pessoa melhor, já que você já sabe lidar com você mesma. E tem mais, esse é um processo de dor, afinal, crescer doí, não é bacaninha mexer em feridas, mas é necessário, é viver a dor e a delicia de quem é você, esse é o processo da minha vida, meu status, me tratando e cuidando de gente, olha só o caminho que eu estou seguindo e é importante todo mundo parar agora sua vida e se questionar: Eu sou a pessoa que eu gostaria que eu fosse? Eu tenho a vida que eu mereço ter? Tá tudo aí dentro, todas as respostar e todos os meios para ter a vida que você quiser, é só a gente querer, acredita, se jogar e entender que a vida que você quer ter, VOCÊ VAI TER! #THEMIRACLEMORNING
Gente, tô muito positivaaa, mas isso tem a ver com o Milagre da manhã, que é assunto para outro post, agora só lembrem-se que o poder está nas mãos de vocês! BYE! 

sábado, 4 de agosto de 2018

Vale a Nota: NAAAAAAAAAÃAAAAAAO

Gente, já quero deixar registrado no inicio desse post, que eu estava me rasgando para fazer um Vale a Nota aqui. Eu gosto da Tag, gosto do que eu escrevo nela, aqui é muito Larissa fazendo Larices, sabe?! Geralmente, consigo fazer um compilado de um monte de coisa que anda acontecendo ou é tudo silogismo mesmo, mas né, esse mundo aqui é meu, então, whatever #PAS 

1° Nota: Como eu cheguei até aqui... 


Váriaaaaasss pessoas vieram me questionar "Ué, Lara, cê não voltou a escrever? Não vai postar todo dia, não?" e a resposta é NAAAAAAAAAÃOOOOOOOOO. Obvio que não, claro que não, é logico que não
Gente, eu acordo 4 da manhã - Sou muito milagreira do amanhã, cara -, as 6 eu já estou na academia - Vou falar sobre isso logo aí embaixo -, as 8 já estou cuidando de 30 pessoas #GestãodePessoasÉVida, as 17 eu preciso pegar um bebê de 9 anos na escola, depois das 18 eu ainda preciso: Cozinha, cuidar da casa, dar atenção ao bebê, estudar inglês, ver seriados - Vai ter um post só sobre isso, porque eu nunca parei de ser viciada! -, ter um momento de reflexão e gratidão sobre o meu dia e tentar descansar, no mínimo, 6 horas essa matéria linda que vos escreve... Aí, queria convidar vocês a vim com a Tia aqui, sentar 5 minutos, refletir sobre meu dia e me responder COMO EU VOU ESCREVER TODO DIA??? Só se for em espírito e em verdade, porque né, com minha atual vida, não dar, eu até gostaria muito, actually, eu adoraria viver disso para sempre e para todo sempre, mas ainda não vivo, então, vamu acompanhar a disponibilidade da vida, organizar na agenda - Ex: Esse final de semana me organizei para escrever 5 post para serem liberados durante a semana, vou conseguir? Jamais saberemos -, tentar priorizar, afinal, é algo que eu gosto pra caramba #EscreverÉVida, mas né, a mãe solteira aqui precisa trabalhar e colocar comida dentro de casa, e infelizmente o meu hobby não me dar isso. 
Juro juradinho que vai chegar um dia que aqui vai ter post todo dia, meu Intsgram vai ser bombado e vocês ainda vão me xingar no twitter, enquanto tudo isso não acontece, agradeço a compreensão e volte sempre =** 

2° Nota: Eu acho que vi um Instagram de nudes passando... 

Se me cobram no blog, imagina no Instagram!!! Vou tentar contextualizar meu Instagram aqui, porque tem gente, ainda, que me segue lá e não entende nada do que acontece. 
Vamu lá, depois de todo processo de separação e autoconhecimento, eu descobri que eu amo ser mulher, e que eu amo muito as mulheres!!! "Ué, Lara, eu sempre soube, tu é sapatão!!!" NAAAAAAAAAÃAAAAAAAO!!!! Eu não sou sapatão! #PrimeiroTabuQuebrado "Mas Lara, cê tem cabelo curto, posta um monte de mulher pelada, tem um jeitão assim, que ó, você é sapatão!" Gente, eu até gostaria, já peguei meninas, já parei em um motel com uma, e não rolou, homens são como meu calcanhar de Aquiles, é uma parada muito louca, de barba, de macho alfa, de pegada - Pera, fiquei molhada HAHAHAHAHAH - e não, eu não sou gay - Nada contra, tenho até amigos que são (Desculpa, tive que fazer essa piada #LaraSemLimites) -. Eu só admiro nós. Nossa força. Essa coisa louca de ser mulher, mãe, filha, dona de casa, mulher de negócios, esposa, e ainda, ter sua individualidade. Meu Instagram é sobre mulheres, sobre quem somos sem nenhuma maquiagem, sobre se sentir bem sendo mulher, afinal, sabemos que nascer mulher no mundo de hoje é já virar estatística, e isso não tem a ver com a militância do Feminismo - E eu nem curto a militância -, tem a ver com quem nós somos, sem os rótulos, sem essa coisa de ser super heroína, ser ser a vítima, é só com o que acontece com a gente aqui dentro, eu estimulo o seu empoderamento, sua autoestima, mas não para ninguém, não para o cara que está do seu lado, NAAAAAAAAAAÃOOOOO, é para você mesma, para nós mulheres nos amarmos e nós aceitarmos mais, É SÓ ISSO ,GENTEEEEE. Não sou gay, não sou maluca - Tá, tudo bem, talvez seja um pouco -, não quero postar nudes para homem nenhum - E dá uma olhada nos seguidores, meu público é muito feminino #Amém -
AAAAAAAAAAAAAAAh, e outra coisinha, tinha uma conta maravilhosa desde 2014, com milhões de fotos, seguidor pra caralho que interagiam bastante e foram lá e denunciaram a bagaça, perdi meu Instagram que tinha fotos que eu nunca mais vou ter na vida, então, se não gosta do conteúdo, se acha maluquice, se acha que eu não agrego... PARA DE SEGUIR, SEU DEMONIIIO, NÃO VENHA DESCER PARA O PLAY PARA DESTRUIR A BRINCADEIRA DOS OUTROS, SER VOCÊ NÃO DIVA, NÃO VENHA ME DISVAR! Só uma mensagem de #PAS e reflexão. 

3° Nota: ACADEMIIIIAAAAAA, NAAAAAAAÃOOOOOO! - Ou talvez sim! - 
Todo mundo sabe aqui que essa parada de fitness me incomoda muito. Primeiro que, BOCA FOI FEITA PARA COMER! Segundo, que academia é coisa de gente retardada que fica fazendo selfie e postando coisa com hastagTreino, ninguém agrega em nada, pessoas que tem adoração pelo corpo e... NAAAAAAAAAAÃOOOOOOOO! É TUDO MENTIRAAAAA! 
Eu não sei qual foi o trauma do meu passado - Mas ele existe aí - que garrei um ranço de academia, não conseguia me ver em uma, não consigo me ver querendo mudar meu corpo - Eu construir uma mente muito sólida sobre meu corpo, afinal, sempre fui gorda -, fazendo social com aquelas pessoas fúteis que só liga para esteriótipos e imagem... Até o dia que minha terapeuta passou uma receita médica para mim, nela tinha "Entre em uma academia urgenteeeee!" Achei ela bem afrontosa, sabendo que eu odiava aquele lugar, mas sou muito obediente e me matriculei - Na verdade, tudo isso tinha a ver com umas oscilações de humor que eu estava tendo e ela sugeriu a academia para tratar isso -... E ESTOU AMANDO! 
As pessoas são tão legais lá, elas são tão gentis, os professores MARAVILHOSOS, divertidos, as aulas cheia de amorzinho, com coisas citadas pelos professores como "abrace seu corpo e diga o quanto ama ele" ou "levante as mãos para os céus e agradeça por mais um dia" - GENTE FICO DESEQUILIBRADA COM ESSAS COISAS, É AMOR GRATUITO PUROOOO! - Outro dia, no banheiro feminino, todas estavam se arrumando, quando uma que estava tomando banho, começou a agradecer pela semana, e todas do lado de fora deram amém, e nos abraçamos, FOI MUITO LINDÃO GENTEEEE! Fico emocionada. Por tudo. Por está desconstruindo algo dentro de mim, por ter me permitido e ouvido minha terapeuta, por está tendo dias diferentes depois de minhas manhãs na academia, isso tem me deixado felizinha e trabalhado meu humor. "Mas Lara, você vai virar panicat?" Calma, jovens, eu nem consigo fazer 15 min no elíptico, imagina fazer 3 séries de agachamento. Eu só quero me diverti mesmo, e deixar meu corpinho como está. 


4° Nota: O jogo do Eu 

Não sei se vocês já ouviram falar do livro O Jogo do Eu? NAAAAAAAAAÃAAAAOOOO??? Parem tudo que estão fazendo e vão comprar agora! O livro é fantástico. Passei por um processo de autoconhecimento em forma de 53 cartas - E eu fiz todas com louvor -. Em cada carta, tem um exercício para fazer e você só pode pegar uma nova carta, quando completar o exercício da carta anterior - Pretendo colocar no Instagram uma carta por dia quando tiver um celular digno -
Nas cartas vem exercícios tipo assim: "Dance! Pare um momento do seu dia e dance do jeito que você quiser", "Observe a natureza, sente em um lugar e só sinta a natureza", "Brinque com uma criança, tente aprender com ela", "Faça um autoretrato e perceba como você se ver", "Doe! Der algo para alguém que foi seu e você não usa mais" ou até mesmo "Dê um beijo apaixonado em alguém!"... Cada carta dessa me agregou tanto e me fez passar por sensações já esquecidas - Como na carta "Lembre de alguém que já faleceu com carinho" chorei de soluçar lembrando de minha avó ou na carta "Ligue para alguém que você não fala por pelo menos 1 ano" que liguei para Pedestal, que já não via e falava há 2 anos, matamos a saudade e ficamos uma hora no telefone -, eu aprendi, senti, vivi, me diverti - Como na carta "Cante uma música do começo ao fim" que cantei 'Oração' no meio da operação ou com a carta "Comprimente as pessoas de forma diferente" que peguei nos peitos da minha Gestora saltando um sonoro BOM DIIIIAAA! -. A delícia é se permitir em se perceber, as pessoas não se conhecem, não se percebem, elas mesmo não sabem nada sobre si, não quero ser essa pessoa, quero saber até onde eu posso ir, e quero descobrir que sempre posso ir além. Beijo de luz, tô muito do bem ultimamente =**

terça-feira, 24 de julho de 2018

até o dia que fui morar sozinha

NIKI, EU MORO SOZINHA AGORA. Não, minto, agora, agora mesmo, eu moro com a Mary, mas uns 10 dias atrás eu estava morando sozinha e... É DESESPERADOR! Morar sozinha é uma PALHAÇADA. Você ver neguinho o tempo todo fazendo textão sobre as delícias de morar sozinho e eu só consigo pensar "Rico! Que come fora, que tem empregada, que é no problem..."
Na minha vida real, a casa não se arruma sozinha, eu não tenho mamãe para ajudar nos afazeres, os pratos não se lavam. VOCÊ TEM QUE COZINHAR PARA COMER! - Gente, odeio cozinhar, tá?! - E eu só consigo pensar em minha mãe.. QUEM NÃO GOSTA DA COMIDA DE MÃE? Do sabor, do carinho, do cuidado.. Morar com mãe é maravilhoso! Mas, né, escolhi a sociedade, entrei na noía dos textões, quis mesmo viver a adrenalina da vida e fazer O CORRE. Claro que eu preciso dizer que rola vários GAME OVER, a vida não te considera em nada, você vira aquela pessoa que vibra quando compra o assento do vaso sanitário, e chora quando a maquina de lavar chega. E sendo mulher, mãe solteira, suburbana - estatística pura -, tendo que me virar com as contas do mês, I'M SORRY, EU SINTO FALTA DE MINHA MÃE SIM. Não sou boa de demonstrar isso muito bem, mas é a verdade.
A vida adulta é um corre puro, lugar que filho chora é mãe não ver, altamente agressiva. E se você não souber jogar, vai acabar fazendo o que fiz em um dia desses de picos e surras da vida, apareci, despretensiosamente, no meu antigo quarto e chorei de soluçar. Naquele dia eu entendi que eu também odiava ficar em casa, até o dia que fui morar sozinha.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O dia que decidi parar de comer brigadeiro


Três meses sem vim aqui e minha maior preocupação do momento é: ESTÁ TUDO BEM COM VOCÊS, QUERIDOS??? EU ESPERO, DE VERDADE, QUE ESTEJA TUDO BEM COM VOCÊS! 
Três meses e eu não sei nem como descreve-los, somente senti-los, todos os dias, um dia de cada vez. 
Niki, o grande BUM mesmo para deixar de escrever é tempo. EU ANDO TRABALHANDO COMO UMA ESCRAVA e, adivinhem só, EU ESTOU AMANDO MUITO O QUE ANDO FAZENDO. Eu não sei se é o lance todo de gerir pessoas, ou a adrenalina da operação, ou até mesmo, o estresse que me faz esquecer de comer, eu sei que ando me sentindo VIVA PRA CARALHO, nesse lado da minha vida. 
Sobre todos os outros lados, bom, esse são tratados na terapia, que foi a melhor coisa que já fiz na minha vida inteira. TERAPIA É VIDA CARALHO. 
Eu aprendo tanto com Tia Terapeuta que a vejo como uma Musa, uma Deusa, UMA DIVA!  
É sério, tudo começou com o lance de "você é responsável por tudo que acontecer na sua vida", depois o lance todo de QUE, TALVEZ, POSSIVELMENTE, EU QUEIRA VIVER UM AMOR - E eu acho bacana falar isso aqui, porque eu nunca nem conseguia falar sobre isso para minha melhor amiga, então, confessar publicamente, que talvez, possivelmente, eu queira alguém, é algo lindo AND admirável -, e logo depois, o lance dos brigadeiros, e foi aí que me encantei E QUERO ESSA MULHER NA MINHA VIDA PARA SEMPRE
Então que eu tava tirada a fodona, achando que sabia tudo sobre a vida, quando Tia Terapeuta aparece e diz "Olha só, você não sabe não, você nem se conhece.." e eu fiquei com cara de "QUÊ??? COMO ASSIM???" e ela trouxe todo uma contextualização de como eu sou muito boa em montar planos, decido tudo lindo, e na hora de coloca-los em prática, eu simplesmente surto, porque eu não sei como fazer porrãh nenhuma e todo aquele lance de mentir para mim mesma e tal. Mas Lara, como assim? Assim ó: Votei aqui e decidi que não quero ficar com uma pessoa, blz? Blz! Então eu monto o plano todo, digo que não vou falar mais com a pessoa, finjo que estou de boa quanto a isso, e quando e vejo a pessoa, eu surto, porque gosto pra caralho da pessoa, e não quero deixar de ficar com ela, mas minha mente diz que não devo continuar por qualquer motivo que seja, ai choro que nem maluca, entro em conflitos existenciais e se caso eu "peque", e fique com a pessoa, ainda me culpo e me julgo mesmo como se tivesse matado alguém. UFA! Deu para entender a neura? E aí, Tia Terapeuta, como uma gata, conta a historia dos brigadeiros para mim, que é assim: Você percebe, por algum motivo, pode ser saúde ou estética mesmo, que precisa fazer dieta. Só que você é a louca de pedra dos brigadeiros, ama de verdade, e aí, sem perceber, porque entrou de dieta, vive dizendo para você mesmo que odeia brigadeiro, afinal, bigadeiro e dieta não tem nada a ver, você agora odeia brigadeiro e não quer comer nunca mais na vida. Até aqui ok? Tão conseguindo acompanhar?? Belezinha, vou continuar: Só que um belo dia, você se depara com uma bandeja linda de brigadeiros, é de duas uma: 

A) Você surta ao perceber que ama mesmo brigadeiro e chora, afinal, você acreditava mesmo que não amava o brigadeiro; 
B) Você surta ao perceber que ama brigadeiro e come a bandeja toda desesperadamente como uma morta de fome. 

Nenhuma das duas situações são saudáveis. Elas provam que você não se conhece, não sabe seus limites e chega ao ponto de se agredir, até porque, comer um brigadeiro uma vez na vida, não tem problema nenhum, ou melhor, sentar e comer uma bandeja de brigadeiros, mesmo estando na dieta, e enfiar o pé na jaca é de boa, E EU VOU ALÉM, fazer dieta, tendo consciência que ama brigadeiro, e não come, porque, naquele momento, não vai ser bacana pra sua dieta, mesmo que doa, que você sinta, mas ainda sim, não come, porque não vai ser legal, e você aprende a ver seus limites e suas prioridades, É MELHOR AINDA!
Tá vendo, gente?! Como eu sou uma pessoa que estou em um processo lindo de autoconhecimento??! E o mais bacana disso tudo é que escolhi mesmo não ficar mais com ele, mesmo sabendo que gosto, que vou senti, que dói, mas acima de tudo, que eu preciso cuidar de mim e se não vai agregar em nada, é melhor cair fora mesmo. E foi depois da contextualização da Tia que entrei na dieta e decidi parar de comer brigadeiro.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Sobre essas coisas de ser romanticamente sozinha

"Tô tirando férias, dando um tempo disso..Chega de amar, chega de me doar, chega de me doer." 
Caio Fernando Abreu

Eu tenho um ano sem ninguém. Romanticamente falando, claro. Eu sei explicar o porquê disso? Maybe. 
Pra começar, eu passei um bocado de tempo amando o Comendador e lamentando por tudo que havia acontecido com nós. Eu vivi a dor, eu sou assim, eu acredito que, para você sair inteiro, tem que VIVER A DOR MESMO! Depois de todo esse processo de cura - Olha só, eu estou curada mesmo, posso sentir muitas coisas pelo comendador, mas ó, né amor mais não, mas assumo, ainda sinto, porque eu sei que ele não é uma pessoa que vive em paz depois de mim -, eu achando que estava pronta, linda e bela, quando sentada na sala da Tia Terapeuta eu passei 45 minutos falando da minha vida amorosa, mesmo dizendo pra ela que estava de boa, que havia superado tudo e que vivia muito bem sem ninguém... Ela jogou uma verdade na minha cara: Olha só, CÊ NÃO TÁ DE BOA NÃO! 
Eu minto pra mim, sabe?! Eu tenho essa mania de criar as capas e de pagar de fodona, mesmo estando na merda total, criar as capas até seria de boa, se eu não acreditasse nelas, então assim: Eu crio as capas, acredito nelas como verdades absolutas e vou vivendo, enquanto por dentro, tá tudo uma merda. Não é nada combinado não, eu não percebo mesmo, pago de fodona e quando alguém joga uma verdade, como a Tia Terapeuta fez, eu fico tipo "Ué, eu não estou de boa não?" Reflito e adivinha: EU PERCEBO QUE EU TAVA ACREDITANDO NA CAPA E QUE TÔ NA MERDA TOTAL. 
Eu descobri que minha vida amorosa me incomoda sim, que eu não estou de boa não, que eu quero alguém bacana and legal... Mas aí entra outro contexto: Eu estou pronta para alguém? E olha só, NÃO TÔ NÃO, VIU?! Eu ainda preciso viver tanto de mim, consertar tanta coisa em mim, cuidar de mim... Fora que, tenho 30 anos, gente, não quero ficar indo para baladinha pegar macho não, não estou mais na vibe de ter contatinhos para fodinhas e muito menos, viver relacionamento superficiais ou abusivos para dizer que tenho alguém do lado, eu já sou MUITA COISA, já pago preços enormes por isso, e não quero nem pagar preços de ninguém, nem mais problemas, quero ficar de boinha, na minha, deixando as coisas acontecerem no seu tempo, sem pressa, sem desespero, dispensando pessoas mesmo - Porque rola, né, gente?! Não sou tão encalhada assim não -, entendendo que eu preciso tá felizinha e bem comigo mesma sozinha, pra depois tá dividindo esse coração - QUE JÁ APANHOU PRA CARALHO - com alguém. 

Ps: Aaaah, gente, bateu o loco aqui, tô refletindo nessas paradas todas e são 06:32 dá manhã, precisava desabafar, afinal, essa bagaça aqui é pra isso, né nom??! Me deixem =**

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Compilado 2016 - 2017 o ano das jogadas.

Teste.. Um, dois... Teste.. Alguém aí?

Quatro meses sem falar de minha vida aqui e nem sei por onde começar #Refletindo
Claro, as histórias de Larissa Diaries estão sendo publicadas - Capengando, né?! Somente 2 textos Oo -, mas falar de tudo que aconteceu nesses últimos tempos é complicado.
Basicamente, venho por meio deste assumir publicamente que 2016 foi mesmo meu ano, EM TODAS AS ÁREAS. Foi, de longe, o ano que mais aprendi lições, e foi apanhando mesmo, tomando surra da vida mesmo, sendo nocauteada a cada tentativa frustada de recomeçar, mas né, ESTOU AQUI.
Foi o primeiro ano que sentei na varanda e vi a vida acontecer. Não, eu não desisti, eu só dei o tempo da batalha, só fiquei observando até aonde a vida ia, esperando a minha jogada.
O ano passado comecei com essa mensagem linda de que seria meu ano, e eu fiquei um pouco muito empolgada com isso e... SÓ TOMEI NO CU! Pelo menos, a maioria do tempo. Chorei, Chorei e CHOREI! Atravessei o deserto, paguei preços pesadíssimos, aprendi a me arrepender (E assumir isso), escrevi cartas que, pela primeira vez, foram entregues, escrevi livros, ESCREVI PRA CARALHO em comparação aos últimos anos. Parei no inferno, no purgatório, voltei pra terra e ganhei mais uma chance da vida.
2016 foi punk, mas foi o ano mais musical da minha vida. Construir uma relação de coleguismo com o Zé que jamais achei que um dia teríamos.  FUI PROMOVIDA COM TODOS OS MÉRITOS DO MUNDO \O/ Fui obrigada a me reinventar. Perdi e ganhei... E olha, vou escrever isso de novo: APANHEI DA VIDA DEMAIS!! Mas de novo: TÔ AQUI, NÉ?! SENDO A SOBREVIVENTE QUE EU SOU!

Sobre esse novo ano, não criei expectativas, não criei metas, não esperei nada dele e ando que nem uma agente do tempo, vivendo minhas 24hrs de boinha, sem esperar muito, nem da vida, nem do ano, nem de ninguém. Inventei uma palhaçada de ficar 40 dias sem algumas coisas que gosto muito -Isso inclui pão e álcool - e quase surtei, sério, não indico pra ninguém, mas foi boa a tentativa de adquirir o nirvana, mesmo me sentindo ainda perdida e sem nenhum resultado claro do jejum.

A sensação que tenho é que 2017 veio como um jogo de tabuleiro, xadrez, para ser mais específica, onde de um lado temos eu, O Cara da Roda Gigante, A Musa, O Acompanhante e a Deusa do Vento, e no outro, O Sabotador e os Cavalheiros das Trevas, cada um fazendo suas jogadas, as melhores e mais altas jogadas, onde tá valendo tudo, para possivelmente, dessa vez, parar no Céu.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

lost and now whatever.

Uns dias atrás, curtindo a ociosidade das férias, entrei no Facebook e stalkeei. SIM, EU CAIR, EU PEQUEI! HAHAHA Suricatiei a vida de todo mundo: O Russell, aparentemente, terminou com a namorada, o James, casou-se, o Pedestal, está só esperando o filho chegar e o Comendador está de namorada nova. - Olha o meu todo mundo HAHAHAHAHA
Sentei e avaliei minha vida amorosa e eu não tenho nada de novo, não terminei com ninguém, nem de longe me casei, não estou grávida - obrigada, meu Deus! - e não comecei a namorar. - Sem vida feliz gente, por isso sem Facebook -
A verdade é que eu não quero namorar. Acho que é a primeira vez na minha vida que não quero isso. A vida tá uma bagunça, meu irmão! Não estou conseguindo lidar com relacionamentos básicos - Como o de mamãe e Pepi, por exemplo -, imagine um macho na minha cola??! 
Está solteira é bom. Como a gente vive em um país que um relacionamento é super-romantizado e cheio de babaquices, não ter ninguém querendo te controlar é lindo! Imagina que locoo o cara dando uma de maluco possessivo porque dormir na casa de algum amigo meu?! Ou ficar putíssimo porque eu teria dias que nem queria olhar para cara dele, mas estaria com a casa cheia de gente... Entendem?! Não quero viver isso. 
Eu ando tão chata, que tenho sentindo pena da minha melhor amiga, que tem que lidar com uma loca que levanta textões e faz perguntas existenciais, e depois de dois dias está fazendo tudo ao contrario do que disse que ia fazer. Fora os dias de choros e áudios no Whatsapp. 
Não, eu não tenho sido uma boa companhia para mim mesma, nem a Musa tem aparecido e muito menos o Cara da Roda Gigante. Eu voltei ao meu status de Junho de 2016, onde me vi tendo que viver comigo apenas e com o mundo. Evitando o What e destilando verdades no Twitter. Sem querer está com ninguém e curtindo o escuro do meu quarto.
Tenho tentado manter o meu equilíbrio emocional, mas percebi que ele estava no lixo, no dia que fui ministrar um treinamento de PNL, que preciso ter um equilíbrio emocional perfeito e CHOREI DE SOLUÇAR. Com minha mãe, que está internada - Pauta para outro post -, fui à viagem toda do ônibus chorando e dizendo para mim mesma que quando chegasse ao hospital, eu iria ficar de boa, só passando que estava tudo lindo para ela. A realidade mesmo é que cheguei, sentei e CHOREI DE SOLUÇAR com ela. Eu tinha conseguido equilibrar esse lance do choro, mas agora desandou de vez e eu voltei a ser a menina que chora no ônibus. 
Chegai a vaaaaaaaariiiaaas conclusões sobre a minha vida que me levaram mesmo a desisti de tudo. Peguei a cadeira, coloquei na varanda, sentei e estou vendo a vida acontecer. Eu aceitei que perdi, só não sei ainda o que fazer depois disso.


Ps¹: Esse post é tão eu na veia, que poderia ser um compilado sobre o que posto no Twitter.
Ps²: Estou ouvindo, incansavelmente, o albúm "The Wall" do Pink Floyd, com o objetivo de ver a luz no fim do túnel. 

sábado, 10 de setembro de 2016

eu não quero que seja doce, apenas que seja leve.


Fazendo a apresentação mensal dos meus resultados no trabalho, percebi o quanto Agosto foi bom para mim. Eu achei que não tinha sido, pois muitas coisas aconteceram e bagunçaram a minha vida - Lê-se: as coisas estavam voltando para os seus devidos lugares -, eu continuei achando que seria meu ano por causa da minha vida pessoal, quando na verdade, estava mais uma vez aprendendo sobre minha vida profissional. 
Agosto não foi tão emocionante como os outros; apanhei, cair, tive um dos maiores picos da história, me curei, mas olha, só TÔ AQUI DE PÉ NOVAMENTE PASSANDO PELA PROVA DANDO GLORIA A DEUS! 
Esse foi o mês que fui barco - E infelizmente acabou -. Fase que eu vivi fora das redes sociais, fora da vida das pessoas, olhando tudo de fora, me percebendo, viajando em mim... Nesta etapa, construir um mundo bem maior e melhor. E mesmo que, ainda tomando porrada da vida, ando mais focada nas minhas coisas e na minha rotina. 
Falando em rotina, uma coisa muito louca que aconteceu nesse período, foi perceber como os dias são desenhados para mim - Sério, parece loucura, mas essa porrãh da minha vida tem roteiro mesmo! -. Percebi isso outro dia lendo minha agenda, vendo como situações específicas acontecem em dias específicos e como essa situações me ajudam - ou não - nos meus dias... 


Eu gosto das segundas-feiras de uma forma diferente. 
Tenho a sensação que este é o dia do recomeço. Dói, mas é necessário. 


As terças-feiras são tristes. Sempre acontece algo ruim, algo pesado, algo triste. 
Não importa quantas vezes eu peça para o Cara da Roda Gigante me livrar do mal. 
Ele não atende às terças, e são dias difíceis. 


Lindas mesmo, são as quartas-feiras. Sabe o lance de "perder para ganhar"
Eu sofro nas terças para sorrir nas quartas. 
Sempre acontecem coisas legais e eu me divirto à beça. 


As quintas-feiras sempre são dias malucos. 
Sempre são dias estranhos, nos quais acontecem coisas diferentes. 
Ontem (quinta-feira), eu fui almoçar no shopping 
(Eu quase nunca almoço no shopping, porque tem vários lugares para comer perto do meu trabalho) 
com uma amiga que eu acho que está virando super amiga, 
ajudei um cara perdido na rua e levei-o até em casa, 
e poderia ter ido para o céu com essa boa ação, 
se não fosse pelo fato, de ter negado à minha vó meu kimono lindo AND perfeito... 

V: Eu amei sua blusa! 
L: É um kimono, vó... 
V: Eu quero para mim! 
L: Eu vou ver se acho, vó... 
V: Mas você não vai mais achar desse, e eu quero esse... 
L: Vou ver se acho um para a senhora, beijos! 

Ignorei, ignorei mesmo e ignoraria de novo! 
Não vou dar meu kimono lindo AND perfeito. Vou procurar um para ela. 
(Somente nas quintas rola umas dessas.) 


Sextas-feiras são mais leves. Mesmo sabendo que trabalho sábado, 
eu posso ser surpreendida com alguma coisa para fazer. 
Posso tomar uma cervejinha com os friends ou sair com algum crush. 
É um dia bom. 


Sábados são de filminhos! Meu programa preferido com Pepi. 
Chego cedo, preparo gordices, escolhemos um ou dois filmes, e assistimos até tarde. 
Penélope está sendo uma ótima companhia. 


Descanso e ociosidade mesmo, acontecem aos domingo. E.U.S.I.M.P.L.E.S.M.E.N.T.E.N.Ã.O.E.X.I.S.T.O.A.O.S.D.O.M.I.N.G.O.S.
Fim 
Eu gosto de descansar aos domingos, colocar as séries em dia, 
comer porcaria, escrever, ver meu amigo leal... 
Durmo cedinho, porque sei que vai começar tudo de novo. A mesma rotina e os mesmos dramas. 

Agosto foi embora e, mesmo sendo um novo mês, ainda consigo sentir o aperto no peito. 
Eu não quero que Setembro seja doce, apenas que seja leve.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Essa é minha vida, meu clube, é Larissa Diaries acontecendo ~Textão desabafo~


Raaaaay! Primeiramente, fora aquele que não deve ser nomeado nas olimpíadas. Segundamente (eu sei que não existe), venho por meio deste dizer: QUE SAUDADE DISSO AQUI! Uma vontade danada de chegar aqui e abraçar cês tudo! Mas né?! Tô aqui vivendo Agosto. 
Engraçado que, Agosto é o melhor mês do ano para mim e esse, de 2016, tá tão cagado, TÃO CAGADOOO, que olha, pensando em fazer limpeza. 
Agosto chegou como uma flechada nas costa. Primeiro dia do mês, e eu lá, chorando com a saída de uma amiga do trabalho. E mesmo sabendo que ela queria, isso me abalou profundamente. Como se não bastasse a saída dela, mais outra amiga saiu, e eu chorei, chorei, chorei... E bati de frente com meu primeiro pico emocional nessa temporada. 
Com o setor vazio e com a foto delas colada no meu pc, eu tentei sobreviver. Mas a verdade e que, com a saída delas, me rendeu mais trabalho, MAIS TANTOOOOOO!!! Que minha situ, no meu emprego, e de está com a pontinha do nariz para fora do mar, e, enquanto não melhora - Musa diz: Cê tá louca??? Não vai melhorar não, friend, pare! -, eu vou batendo o pé para não me afogar.
Agosto, meu melhor mês do ano ~RISOS~ me deu outro pico emocional. E o envolvido dessa vez, é ninguém menos que , também conhecido como meu carma e desencadeador dos meus problemas emocionais. 
Eu não sei mais - JURO MESMO - o que fazer para Zé, simplesmente, me deixar em paz. E o grande problema são as lavagens celebrais que ele faz com minha filha, é o prazer de jogar na minha cara que nada que eu faço é bom ou suficiente, e a pressão desnecessária, é a necessidade de mostrar para o mundo que é o melhor pai do mundo, e me cobrar o mesmo, sendo que nas entrelinhas, nada é assim... 
Essa semana, refletindo nessa pessoa maravilhosa, que tanto já falei aqui, preciso dizer: Zé foi a pior pessoa que já entrou na minha vida. Foi as portas do inferno mesmo. Eu não estou dizendo que não fui feliz com ele, não é isso. As páginas desse blog mostram que já fui feliz sim, mas é uma falsa felicidade, eu o amava, até mais que a mim, e estava cega. 
A pessoa nunca me apoiou em nada, nunca gosto do fato d'eu ser escritora, todas as vezes que fui estimulada por Zé, foi quando ele me depreciou, quando disse que não iria conseguir, que me sacudia e gritava que eu era uma derrotada, gorda, e eu ia lá e mostrava tudo diferente, mostrava que podia sim, que conseguia sim. O cara é completamente desequilibrado e bom, eu tive uma filha com ele, estou marcada a aguentar essa pessoa no resto da minha vida, como um cão raivoso em cima de mim, esperando qualquer vacilo pra me atacar. E de novo, não, eu não sei qual é problema comigo. Ele alega ser o fato de não suprir as expectativas dele como mãe, mas nós sabemos da verdade, né?! Doentinho, desequilibrado que tenta o tempo todo colocar Pepi contra mim. E sim, já sentei 375 milhões de vezes para conversar, tenho as mais maravilhosas conversas do Whatsapp - Ele me chamando de lixo para baixo -, e só chego a conclusão que é um caso a ser estudado, até porque, se ele é o pai perfeito e eu uma péssima mãe QUEM PAGA ESSE PREÇO SOU EU, QUEM NÃO VAI VIVER COM ELA SOU EU, QUEM VAI TOMAR NO CU SOU EU!! Mas ele sabe tanto que isso é mentira, que se dá ao trabalho de mentir, inventar historias para me difamar e fala mal de mim TODOS OS DIAS para a menina. 
O que me conforta é que Penélope é super inteligente, e quando chega em casa eu faço um trabalho de base com ela, de conversar, de mostrar as coisas como elas são, e detalhe: NUNCA FALEI MAL DELE, DA MULHER DELE, DA MÃE, NUNCAAAAAAA! Eu não preciso. Se ela, quando crescer, chegar em algum conclusão sobre isso tudo, não vai ser sobre minha influência. Eu só quero que ela me ame e saiba que pode contar comigo por toda vida. 
Sobre Zé, isso tudo para mim é lamentável. O cara me traiu, me abandonou, me colocou para fora de casa e eu não sinto nada. Não desejo mal, não acho que ele tem que se ferrar na vida, não torço para a relação dele, QUE ELE COMEÇOU ESTANDO COMIGO, dê errado, nada, nada, NADA. Por mim, teríamos uma relação de parceria, de boa mesmo. 
E se caso também não esteja claro, vou deixa: Eu não gosto de Zé, romanticamente falando, todos aqui sabem muito bem de quem eu gosto. E o desabafo acima - Que nem deveria ter rolado, mas olha a energia do ser, né?! Faz até a gente fazer textão. -, foi para deixar claro o porque ele fode tanto com meu emocional, já que só quem abala, meu emocional, é minha filha, e ele sabe disso, enfim... SIGAMOS. 
Aproveitando a oportunidade e falando de quem eu realmente gosto - Musa diz: Sério? Jura que vamos mesmo falar dele? -. Não nos falamos há um mês e isso me fez um bem danado. Sair do What disposta a deixar essa relação para trás e, olha, estou conseguindo. 
O tempo é mesmo lindo! Eu já não penso mais como antes, eu não fico mais desesperada quando passa uma música que me remete a ele e nem me lembro a última vez que chorei no ônibus. Está passando, está mesmo passando, porque o que mais quero é que passe mesmo, é que esse amor acabe de vez. 
Uma das últimas coisas que me peguei pensando, foi como eu ficava desesperada tentando entender porque ele tinha entrado na minha vida, e agora me contento que só foi mais um laço, me trouxe algumas lições e ponto. Daqui a pouco vira uma lembrança das paredes da memória e nada mais. AMÉM! 
Por fim, eu estou bem. Não parece, né?! Mas estou mesmo, essa é a temporada de cuidar da minha energia, e eu só quero isso, cuidar dela, cuidar da minha vida, cuidar das minhas coisas, cuidar de Penélope, focar no que realmente vale, entendendo que um monte de coisa na minha vida não é para ser e que para todas as outras coisas, só o tempo. 
A verdade é que 2016 é um ano de crescimento, é o primeiro ano que apanho para caralho, mas aprendo, mas entendo os processos, não fico culpando a vida, Deus, e o mundo todo pelas merdas todas. Essa é minha vida, meu clube, é Larissa Diaries acontecendo. Eu xingando o roterista que tenta ser meu amigo, brigando com o diretor que tenta consertar a bagunça toda e o produtor, que não falo mais, porque, como sempre, ferra com tudo.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Como eu cheguei até aqui: De Porto a Navio


No final de Julho, no ápice do banzo, entrei em uma crise existencial de alto escalão. A briga não era mais entre a Musa e eu, mas, sim, entre os meus anjos e demônios. Esses que moram dentro de mim, dentro de você, dentro de cada um de nós. 
Logo depois dessa crise, comecei a me fazer perguntas do naipe: “Quem sou eu?”, “O que vim fazer na terra?”, “Qual o meu papel nisso tudo?”, “Por que esse é meu ano?”... Tentando responder essas perguntas, fiz reflexões transcendentais e cheguei a uma grande conclusão - clichê, bem verdade, mas que aprendi no final de Oblivion: Eu só dependo de mim mesma para ser feliz. 
Minha felicidade não está associada a ninguém. Tem quem diga que está associada a Penélope, mas nem a ela está. Afinal, ela vai crescer e ter a vida dela, a história dela, as escolhas dela... Se eu associar minha felicidade à minha filha, qualquer decisão que ela tomar que eu não concorde me trará decepção e, com isso, frustrações. Claro que ela faz parte do processo, mas ela não É o processo.
Perceber isso, o básico para qualquer ser humano (se amar acima de qualquer coisa, se bastar...), foi um choque de realidade para mim, que sempre estava com alguém, que sempre estava feliz por estar rodeada de pessoas, que queria encontrar o homem da minha vida para me sentir completamente feliz, que era o porto dos amigos, que trabalha com pessoas e sempre amou tudo isso. A verdade é que fui colocando de lado minhas prioridades, minhas coisas, minha vida. Mesmo quando fiz de tudo para olhar para mim, eu nunca estive realmente só: tinha as redes sociais, os amigos sempre em casa, os finais de semanas sempre cheios... E foi assim que aprendi a procrastinar minha vida. 
Sabe aquele filme que estreou e eu estava louca para ver? Eu não via logo porque tinha que ver a disponibilidade dos meus amigos para irmos todos juntos. Sabe aquela tarde de domingo que eu poderia colocar meus seriados em dia ou escrever loucamente? Eu não fazia porque sempre tinha uma programação ou todos estavam na minha casa. Sabe aquele show que eu sempre me programava para ir e nunca ia? Eu sempre marcava e, quando chegava na hora, meus amigos desmarcavam; ficava muito em cima para eu organizar outro programa ou ir com outra pessoa (Isso aconteceu com shows, eventos, exposições...). E eu me procrastinava. Não saía quando queria, não fazia o que queria. Às vezes, deixava de lado até minhas opções e minhas escolhas para agradar a todos, para tentar me adequar. No fim, estava procrastinando a minha vida, afinal, cadê meus livros? Onde estão meus projetos organizados? Cadê as minhas saídas? Meus filmes? Resposta: empoeirados em uma estante velha da minha cabeça. 
E sabe o que me deixava mais puta? Eu não era assim. Isso não era culpa dos meus amigos. Era eu. Sempre andei só, mas, de uns anos para cá, fiz essa bagunça de criar expectativa no outro, de esperar pelo outro, mas, como já dizia diria Kandy: 

 "A gente só tem a gente. 
No fundo, lá no fundo, essa é a realidade. 
Qualquer outra interpretação é espera. 
No outro. Que o outro fale, que o outro perceba, que o outro entenda. 
Não entende. Porque não é a gente. 
Imagina que entende, mas não enxerga. 
Porque os olhos são outros, ainda que da mesma cor."  

E esse trecho martelou, martelou, martelou, até fazer muito sentido na minha cabeça; até cair a ficha e perceber que minha felicidade e até a redução dos meus estresses and degastes só dependiam de mim. EU tinha permitido que minha vida virasse isso tudo. 
Então, aprendi a lição. Mas, e agora? O que vou fazer com tudo isso? Como vou mudar essa situação? Eu decidi que precisava mudar. 
Comecei a operação “Navio” no inicio dessa temporada (15/07), e esse nome surgiu quando, na primeira semana sem whatsapp, Howard me ligou, desesperado com essa situação, e disse: 

H: Amiga, você não pode fazer isso! Não pode excluir suas redes sociais, não pode ficar sem falar comigo nem com ninguém! Você é nosso porto. Pra quem eu vou correr agora? 
L: Olha, não sei, de verdade. O que sei agora é que virei navio e estou perdida no oceano - náufraga e sozinha! 

E é assim mesmo que ando me sentindo. Não sou mais porto de ninguém. Excluí o WhatsApp, o que já evita de estar sempre em contato com alguém. Já tinha desativado o Instagram, e, agora, só trabalho com e-mails e, ÓBVIO, com o Twitter, porque, né?! Sem condições de viver sem Twitter
Tenho cuidado da minha energia e tentado não ser aquela pessoa desequilibrada que só responde a estímulos externos, pirando em cada situação de conflito. Trabalhando demais a minha relação com Penélope e minha mãe, porque são as pessoas que dependem de mim diretamente, e estamos ótimas nesse ponto. Focada, mais do que nunca, nas minhas obras and projetos - ESSA BAGAÇA TEM QUE SAIR! -. Passando por muita coisa. - Não é fácil, manoooo! - Desintoxicando-me da minha antiga droga e sobrevivendo aos picos emocionais... 
Eu não finalizei o processo. Estou no começo dele. A melhora é contínua e cada dia é uma oportunidade de aprender o novo, de me conhecer um pouquinho mais e buscar, estar bem comigo mesma. 

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Oblivion: Pagando Os Preços e Aprendendo As Lições - Temporada Completa

NEGAÇÃO

Imagine: 

Eu. Uma fila. A gargalhada do Agiota. E o mp3 no último volume ao som de "Oblivion"...


Oblivion, também conhecida como a temporada de pagar preços, veio como um tranco. Nocauteou-me e me deixou desacordada no chão. 
Eu me vi naquela fila mais uma vez, negociando com o ‘Agiota’, argumentando que já tinha atravessado o deserto e que ele pegasse leve comigo. Mas o Agiota, assim como a vida, não é benevolente nem altruísta. Muito menos caridoso. Ele é sádico. Principalmente com aqueles que lhe devem algo. E eu estava fazendo parte disso. 

L: Eu já comecei a pagar! - Gritei para o Agiota - Parece que está sendo fácil, mas não está. Perdi muita coisa e... 
A: Você ainda não perdeu nada! Inventou uma palhaçada de retiro no qual nem conseguiu meditar e agora vem na minha mesa dizer que já perdeu muita coisa! Acorda! O jogo está apenas começando. Essa é a temporada de pagar os preços. Agora é a hora de perder... Acenda um cigarro e bem vinda de volta... 

E ele tinha razão. Mesmo negando e não aceitando, no fundo, eu não tinha perdido nada e, tampouco, aprendido algo. O jogo estava apenas começando e foi nesse momento que aprendi a primeira lição: Todas as suas ações tem consequências. 

RAIVA 

Apenas imagine: 

Eu. Um guarda-roupa. Cartas de cobrança pelo chão e um som que tocava repetidamente a música "Black"... 


O tranco veio mais cedo do que eu imaginava. Começou em uma madrugada, às 3 da manhã, enquanto eu escrevia a primeira carta para o Comendador. Senti, então, o gosto da indiferença. Naquele momento, caíram todas as fichas das consequências do que eu tinha feito, mas sentia raiva - eu não tinha feito isso tudo sozinha.
Claro! No primeiro momento, eu mentia pra mim mesma que estava bem, que tinha superado, que estava fechando a porta... Ledo engano. A verdade é que eu estava devolvendo a caixa de ferramentas para o Cara da Roda Gigante e saindo do guarda-roupa.
Perceber o que eu tinha feito com meu carro - Lê-se minha vida - me fez protagonizar cena de choro em todos, TODOS os lugares possíveis. Rever quem eu era e qual a minha posição na vida das pessoas ao meu redor foi horrível. Eu sair mesmo do guarda-roupa e isso me irritava. Eu estava ouvindo as pessoas e elas estavam gritando verdades. Zé, minha mãe, meus amigos, o Comendador - todos tinham algo a falar e não eram coisas boas, eram coisas ruins, tanto que me vi em um ringue de boxe, levando a surra da minha vida, e, claro, eu perdi. 
Eu ainda sentia raiva das pessoas e tentava justificar os meus erros nelas. Eu achava que tinha a verdade absoluta e todos que não se encaixavam no que eu acreditava estavam errados. 
Esse foi o período mais solitário da temporada. Foi o status quo, no qual eu, com medo de errar de novo, fiquei quietinha na minha. Eu malmente falava com a Mary e Doroth e estava a maior parte do tempo só. Eu saía sozinha, comia sozinha, falava sozinha. O meu mp3 e o Radiohead viraram meus melhores amigos. Foi graças a eles - e, óbvio, o Cara da Roda Gigante - que aprendi mais duas grandes lições: Ninguém é responsável pelas suas escolhas e, principalmente, pelos seus erros. E estar sozinha me mostrou que a gente também pode ser feliz sozinho. 

NEGOCIAÇÃO 

Imagine: 

Eu. Deitada na cama. Sorrindo. Com “What A Fool Believes” ecoando na minha cabeça... 


Dois meses depois e eu e o Comendador voltamos a nos falar. EU ME SENTI BEM PARA CARALHO. Eu vi luzes em todos os lugares. Eu sorria sem parar. Saber que ele estava bem me confortava. Soube da Coleguinha também, que já estava namorando e tudo. Essa culpa de ter destruído o relacionamento alheio não cabia mais a mim e isso animou os meus dias. O que durou muito pouco. O Comendador ainda tinha muita mágoa de tudo que tinha acontecido e, mesmo se aproximando, nada havia mudado - nós não éramos mais quem havíamos sido um para o outro. As coisas haviam mudado. E, mesmo escrevendo a segunda carta para ele, negociando e mostrando que as coisas não eram como pareciam ser, não importava, o que estava feito, estava feito. Whatever.
Nesse período, reorganizei minha vida inteira; barganhei com todos. Sentei com minha mãe e colocamos todos os pontos nos is sobre nossa relação. Mudei meu horário de trabalho para disponibilizar, mais ainda, minha vida para Pepi. Tive conversas épicas que me fizeram refletir e melhorar como pessoa. Negociei, também, com o Cara da Roda Gigante. Na verdade, Ele foi com quem eu mais barganhei. E aprendi mais uma lição: não importa o quanto você barganhe - quando você precisar pagar preços, você vai pagar. 

DEPRESSÃO 

Apenas imagine: 

Eu. A Musa. Minha cama. Eu chorando copiosamente ao som de “Wish You Were Here”... 


Junho chegou e veio cumprindo o combinado: arregaçar com tudo. Trouxe à memória o quanto ele é o pior mês do ano pra mim e o seu drible carretilha. Lembrei-me da temporada “Hell”, dos laços da minha vida, de como eu sou um fracasso e que, não importa o que eu faça, não vou conseguir. Então, ao perceber isso, fiz o que qualquer pessoa normal de 12 anos faria... Chorei. Chorei muito. Chorei TUDO. 
No ônibus, protagonizei cena de choro, praticamente, a temporada inteira. Ele virou meu local de reflexão. Questionava coisas como “Onde foi o ponto em que minha vida virou isso tudo?”, “Como eu vejo, sinto e vivo tanto essas coisas?”, “Por que tanta dor?”, “O que fiz mais para os preços serem tão altos, tão doídos, tão sentidos?”, “Porque minha historia não é diferente?”... E, sem resposta, eu chorava mais. 
Nessa fase, aprendi a me refazer - mesmo querendo desistir, deitar em posição fetal e chorar. Estava tomando as porradinhas da vida. Caindo. Chorando. Levantando. Tentando reverter o quadro. Aprendendo que nada acontece como eu quero, até porque, eu preciso definir muito bem o que quero e preciso me bastar, entender como é bom estar bem comigo mesma para alguém entrar na minha vida. 
Essa é Oblivion, não sendo só a temporada de pagar preços, mas de aprender lições, também. 

ACEITAÇÃO 

Imagine: 

Eu. O Cara da Roda Gigante. O Sabotador. Mulheres cantando uma música que jamais saberemos qual era... 


Depois de todas as reflexões possíveis, depois de chorar muito no ônibus, tomei um vraaaaaa da vida - e da Musa também -, que gritava que, mesmo que eu quisesse, jamais estaria sozinha. 
Eu tenho os melhores amigos do mundo – os que me amam, me aceitam e lutam por mim. Amigos que não desistiram de mim, até mesmo quando eu desisti deles. 
Nessa etapa, eu tentei, ao máximo, honrar o nome desta temporada, mas foram dias difíceis. Estava lutando pelo Noah da minha cabeça e aprendendo que escolhas são excludentes. Tive a última conversa com o Comendador e, mesmo sentindo todo o amor, vi que ele também já havia feito sua escolha, e, mais uma vez, não era eu. 
E lá estava eu, de novo, anotando as lições no caderninho, aprendendo que as pessoas não são iguais e têm percepções e mundos diferentes – o que pode ter sido fácil para mim, não é para o outro. 
A última onda veio. Levou os pesos, as cobranças e, até, o banzo. A época de colheita havia chegado, e eu já havia pagado os preços. Aceitei e parei de tentar mudar coisas que não havia conserto.
Por fim, fui ao inferno mais uma vez, assumindo que havia perdido e que não valia mais a pena lutar. Aprendi que arrependimento faz parte do processo, e essa foi a maior lição de Oblivion: Você pode até ferrar tudo, mas vai pagar por isso até o último minuto, até a última gota, errando, levantando a cabeça e, acima de tudo, vivendo e aprendendo as lições da vida.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Vale a Nota: ~ Relevante ~

Primeiramente, BN! Venho por meio deste dizer que tenho um monte de coisa ~ relevante ~ sobre minha vida pra contar aqui. Na verdade, não só sobre minha vida, mas sobre meus achismos também, porque né, sou um ser pensante e entro em um universo paralelo, e me pego refletindo sobre 375 coisas. Então, pra evitar o textão, vem aí, mais um Vale a Nota pra vocês, ou pra mim mesma, não sei ainda Oo 

1° Nota: VOLTA COPA, VOLTA 2014 
Na terça, pela manhã, recebi aquelas notificações do Google Fotos com a mensagem "Redescubra este dia", era o dia 28/06/2014, e as fotos eram da copa... GENTE QUE SAUDADE DA COPA!!! Por causa dessas fotos, passou um filme de como foi a copa de 2014. 
Era Junho, eu tinha acabado de tomar um pé na bunda de James, e logo depois começou a copa, e eu despiroquei de vez, bebi loucamente, fui assisti os jogos na rua, e a cada jogo era uma aventura: Um eu assisti no trabalho e briguei com colega porque não torcia para o Brasil. Teve outro que fomos tentar assisti no shopping, mas já havia fechado, porque o jogo tinha começado, e fomos para um bar no estacionamento do shopping, pra esperar ele abrir. Outro fomos parar na rua mesmo, com telões espalhados pela Barra, com um monte de gente de vários países, sambão, gente bonita, MELHOR DIIIAAA! 
Entrando nesse universo paralelo de copa, comecei a pensar no ano todo de 2014, e se vocês observarem, EU NÃO TENHO UM TEXTO POSTADO DURANTE O ANO INTEIRO DE 2014, e eu posso justificar isso com uma única frase: EU ESTAVA VIVENDO. 
2014 Foi a temporada das descobertas, recém separada, abracei a vida, voltei a estudar, conheci váaaaaaaaaaarias cidades do Brasil, conheci as melhores pessoas do mundo, tive vários machos - Gente, a encalhada aqui que vós escreve, passou 30 dias trancada em um hotel fazendo sexo TODOS OS DIAS -, aprendi tantas coisas, desenvolvi tantas coisas em mim, me ferrei??? CLARO!! Mas fui mais feliz do que triste e a coisa mais importante mesmo, foi libertar minha essência e assumir de vez quem eu era.
Na terça-feira, passei o dia inteiro nostálgica, me lembrando de cada dia, cada aventura, cada detalhe... E eu só conseguia pensar em uma coisa: VOLTA COPA, VOLTA 2014. 


2° Nota: Work 
Rihanna lançou ANTI e 'Work' está aí, aloprando nossos ouvidos e cabeças, com qualquer coisa que Riri diz, menos "Work" - Vocês ouvem a palavra "Work" sendo pronunciada por ela na música? Eu não! -, e todo mundo conhece e já ouviu, até aí tudo lindo AND maravilhoso, mas... CÊS JÁ VIRAM O CLIPE???? 
Tava linda, sentadinha em casa, essa semana, curtindo a ociosidade dos meus dias, quando começa o clipe de Work e pensei "Gente, nunca vi esse clipe na íntegra!!" E CARALHAAAAAAAAAA! É só eu ou vocês também tem vontade de está naquela festa?? Eu me vi dançando loucamente também no espelho! A galera muito looookaaaaa - Adoro gente louca, gente! -. Adorei os looks - Quero muito aquele top verde, amarelo e vermelho -. A galera metendo dança. MUITA BUNDA, MUITA BUNDA, MANOOOO! Rihanna gostosíssima, Drake gostosíssimo. Tem um Oxum na festa, gente, tem como não ser boa???!
Na segunda parte do clipe - Gente, porque tem essa segunda parte? Não entendi, alguém explica? -, temos Riri dando pala de petinho - QUE MULHEEER!! -, rebolando loucamente pra Drake - Tive a impressão de vê-lo excitado =X =) -, o que me fez pensar "Será que eles já se pegaram?" Deixo aí a reflexão... - HAHAHAHAHAHAHAHAHA TÔ DE SACANAGEM, NÉ???! - 


Ps: Tô falando da Diva Riri, mas bom mesmo é música que alimenta a alma, né migs? Pink Floyd, Radiohead, Pearl Jam e afins #ficadica 

3° Nota: Piercings 
Há uns 3 meses, coloquei uns piercings nos mamilos, coisa que, esteticamente falando, é lindo! 
Eu não sei vocês, mas sou uma pessoa gorda, cheia de estrias e celulites - Inclusive estrias no peito -, de barriga quebrada, que AMO MUITO meu corpo do jeito que é, e nele faço tudo que curto e que EU gosto. Todas as tatuagens, todos os piercings, foram pra mim e SÓ PRA MIM, e resolvi colocar os piercings, o que tem feito eu me sentir super sexy - E essa visão é só minha mesmo, porque ainda não dei a ninguém estando de piercings -
Isso é muito bacana, muito divertido, mas PORQUE AS PESSOAS SÓ VENDE O LADO BOM DAS COISAS???? 
Gente, ter um piercing no mamilo é passar o resto da sua vida tendo EXTREMO CUIDADO com sua teta! Imagine 2, o cuidado é redobrado! Na hora do banho, na hora de usar uma roupa, na hora de fazer se.. Ops, não sei como é na hora do sexo, dscp, mas deve rolar um cuidado também, né?! 
Outro ponto bacaníssimo, é o fato de usar bastante top, que EU ODEIO MUITO, e tem que dormir, GENTE, DORMIR COM COISAS ME APERTANDO, SÓ PENSO EM MORRER! E é top mesmo, porque usar sutiã, logo no começo é suicídio, principalmente de renda. 
Mas o ponto alto mesmo, e o que deve fazer a galera desisti de vez dos piercings é o frio. Meus leitores - Meninãh, tem total de 2 leitores e aquele anonimo ali atrás, e tá se achando a blogueira cheia de leitores -, você sobrevive aos cuidados, a porcaria do top, MAS QUANDO O INVERNO CHEGAAAA! Parece que você está em Westeros, agora que chegou o inverno. 
Quando começa o frio, ou está em ambientes frios, por ser uma área sensível, quando o piercing fica gelado, as tetas sentem muito, tanto, que ficam durinhas, TANTO, QUE FICAM DURAS DE DOER! Esse é o ponto alto das chatices de ter piercings nas tetas. 
Fora tudo citado acima, é lindo mesmo, super bacana mesmo te-los. 


Ps: A Cristal, friend mor do 'Dois cigarros e um café', quando soube dos meus piercings, se inspirou também e furou, agora fico pensando que levei a friend pra uma roubada, mas né, como ela mesmo disse "Só se vive uma vez" #osmelhoresamigossãoosmeus 

4° Nota: Pra finalizar...

... Gostaria de deixar duas coisas registrada aqui: 

As melhores pessoas do mundo estão no Twitter. E não, não corra desesperadamente para fazer uma conta, provavelmente você vai achar chato, e não vai entender nada e nem ver graça, os tuiteiros assumem um chamado, somos escolhidos, cara! Lá né facebook não, mano, né lugar de gente polemizar não, nem viver mentiras, muito menos de flores ou ursinhos... Lá é lugar de quem curte reclamar da vida, gifs pornôs e onde nascer os melhores memes da historia. Se você se encaixa nesse perfil, corre lá, NOW, faz uma conta e seja muito bem vindo. 

2° FORAAAAA TEEEEM... Ops! Me empolguei. ACABOU JUNNHOOOOOOOO POOORRRRRÃAAAAAH!  Pode vim com tudo Julho, seu lindo!!


Até a próxima! E lembrem-se, o poder é de vocês! =)

Ps: Observem que não evitei o textão, porque eu me empolgo e escrevo pra caralho.
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