sábado, 18 de fevereiro de 2017

Compilado 2016 - 2017 o ano das jogadas.

Teste.. Um, dois... Teste.. Alguém aí?

Quatro meses sem falar de minha vida aqui e nem sei por onde começar #Refletindo
Claro, as histórias de Larissa Diaries estão sendo publicadas - Capengando, né?! Somente 2 textos Oo -, mas falar de tudo que aconteceu nesses últimos tempos é complicado.
Basicamente, venho por meio deste assumir publicamente que 2016 foi mesmo meu ano, EM TODAS AS ÁREAS. Foi, de longe, o ano que mais aprendi lições, e foi apanhando mesmo, tomando surra da vida mesmo, sendo nocauteada a cada tentativa frustada de recomeçar, mas né, ESTOU AQUI.
Foi o primeiro ano que sentei na varanda e vi a vida acontecer. Não, eu não desisti, eu só dei o tempo da batalha, só fiquei observando até aonde a vida ia, esperando a minha jogada.
O ano passado comecei com essa mensagem linda de que seria meu ano, e eu fiquei um pouco muito empolgada com isso e... SÓ TOMEI NO CU! Pelo menos, a maioria do tempo. Chorei, Chorei e CHOREI! Atravessei o deserto, paguei preços pesadíssimos, aprendi a me arrepender (E assumir isso), escrevi cartas que, pela primeira vez, foram entregues, escrevi livros, ESCREVI PRA CARALHO em comparação aos últimos anos. Parei no inferno, no purgatório, voltei pra terra e ganhei mais uma chance da vida.
2016 foi punk, mas foi o ano mais musical da minha vida. Construir uma relação de coleguismo com o Zé que jamais achei que um dia teríamos.  FUI PROMOVIDA COM TODOS OS MÉRITOS DO MUNDO \O/ Fui obrigada a me reinventar. Perdi e ganhei... E olha, vou escrever isso de novo: APANHEI DA VIDA DEMAIS!! Mas de novo: TÔ AQUI, NÉ?! SENDO A SOBREVIVENTE QUE EU SOU!

Sobre esse novo ano, não criei expectativas, não criei metas, não esperei nada dele e ando que nem uma agente do tempo, vivendo minhas 24hrs de boinha, sem esperar muito, nem da vida, nem do ano, nem de ninguém. Inventei uma palhaçada de ficar 40 dias sem algumas coisas que gosto muito -Isso inclui pão e álcool - e quase surtei, sério, não indico pra ninguém, mas foi boa a tentativa de adquirir o nirvana, mesmo me sentindo ainda perdida e sem nenhum resultado claro do jejum.

A sensação que tenho é que 2017 veio como um jogo de tabuleiro, xadrez, para ser mais específica, onde de um lado temos eu, O Cara da Roda Gigante, A Musa, O Acompanhante e a Deusa do Vento, e no outro, O Sabotador e os Cavalheiros das Trevas, cada um fazendo suas jogadas, as melhores e mais altas jogadas, onde tá valendo tudo, para possivelmente, dessa vez, parar no Céu.

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