segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Melhores Séries do Mundo: Girls


Niki, ontem eu estava de boinha - Depois de farrear muito no sábado - e fui assisti o 1° ep. da 6° temp. de "Girls" e... NUNCA AMEI TANTO UM SERIADO NA MINHA LIFEEE!
Gente, um seriado que do nada me canta quase 2 minutos de "My Sweet Lord" do George Harrison NÃO TEM COMO AMAAAAAR. Depois, me apareceu, com uma referencia dos Fleetwood Mac, que assim, é uma banda que eu amo, e só conheço total de 2 pessoas no mundo que conhece também, ACHEI MARAVILHOSO!
Não lembro de ter falado aqui do meu amor môr pelo seriado "Girls", mas deixa eu contar uma coisinha aqui... SOU COMPLETAMENTE APAIXONADA POR ESSE SERIADO. Tá no top 5 de melhores seriados da minha vida e o motivo é simples: Eu me vejo na Hannah Horvath.
Não, eu não sou egoísta e nem um pouco individualista como a Hannah, mas escrevo, amo meu corpinho do jeito que ele é e somos leais até mesmo quando as pessoas não são leais a nós.
Em Girls, Lena Dunham conta toda a sua saga quando ainda era uma aspirante a escritora, como foi diagnosticada com TOC e todos os seus dramas pessoais - E haja dramas! - e de suas 3 amigas: Jessa AMORDAVIDACARALHOMEBEIJA, Marnie e Shoshanna. E não para por aí, todos os personagens são excelentes, e mesmo Hannah sendo a minha preferida, não tem como não se apaixonar por Adam - exfuturonamoradadoHannah -, um ator em busca do sucesso que parece fazer de tudo para não conquista-lo. ADAM TE AMO AMOOOOR!!! Na verdade, QUAL O PERSONAGEM NÃO É BOM EM GIRLS, NÉ NOM???! - Tenho problemas com a Marnie, e ainda sim ela é ótima -.
Mesmo com todos os dramas, idas e vindas, finais tristes e felizes, o seriado tem um ar cômico que nós faz acreditar que "Não importa o que aconteça, no final, vamu ri disso tudo", não só pelos temas, mas da forma leve que eles são tratados. A sexta será a última temporada e eu já estou preparando meu coração.
Uma dica legal é ler o livro da Lana "Não sou uma dessas" que conta muito mais desse universo de Girls e como ela conquistou seu espaço sendo exatamente quem era.
É aquele velho papo que bato aqui com vocês,né??!  VAMU NOS AMAR MAIS, BÊBE!

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Compilado 2016 - 2017 o ano das jogadas.

Teste.. Um, dois... Teste.. Alguém aí?

Quatro meses sem falar de minha vida aqui e nem sei por onde começar #Refletindo
Claro, as histórias de Larissa Diaries estão sendo publicadas - Capengando, né?! Somente 2 textos Oo -, mas falar de tudo que aconteceu nesses últimos tempos é complicado.
Basicamente, venho por meio deste assumir publicamente que 2016 foi mesmo meu ano, EM TODAS AS ÁREAS. Foi, de longe, o ano que mais aprendi lições, e foi apanhando mesmo, tomando surra da vida mesmo, sendo nocauteada a cada tentativa frustada de recomeçar, mas né, ESTOU AQUI.
Foi o primeiro ano que sentei na varanda e vi a vida acontecer. Não, eu não desisti, eu só dei o tempo da batalha, só fiquei observando até aonde a vida ia, esperando a minha jogada.
O ano passado comecei com essa mensagem linda de que seria meu ano, e eu fiquei um pouco muito empolgada com isso e... SÓ TOMEI NO CU! Pelo menos, a maioria do tempo. Chorei, Chorei e CHOREI! Atravessei o deserto, paguei preços pesadíssimos, aprendi a me arrepender (E assumir isso), escrevi cartas que, pela primeira vez, foram entregues, escrevi livros, ESCREVI PRA CARALHO em comparação aos últimos anos. Parei no inferno, no purgatório, voltei pra terra e ganhei mais uma chance da vida.
2016 foi punk, mas foi o ano mais musical da minha vida. Construir uma relação de coleguismo com o Zé que jamais achei que um dia teríamos.  FUI PROMOVIDA COM TODOS OS MÉRITOS DO MUNDO \O/ Fui obrigada a me reinventar. Perdi e ganhei... E olha, vou escrever isso de novo: APANHEI DA VIDA DEMAIS!! Mas de novo: TÔ AQUI, NÉ?! SENDO A SOBREVIVENTE QUE EU SOU!

Sobre esse novo ano, não criei expectativas, não criei metas, não esperei nada dele e ando que nem uma agente do tempo, vivendo minhas 24hrs de boinha, sem esperar muito, nem da vida, nem do ano, nem de ninguém. Inventei uma palhaçada de ficar 40 dias sem algumas coisas que gosto muito -Isso inclui pão e álcool - e quase surtei, sério, não indico pra ninguém, mas foi boa a tentativa de adquirir o nirvana, mesmo me sentindo ainda perdida e sem nenhum resultado claro do jejum.

A sensação que tenho é que 2017 veio como um jogo de tabuleiro, xadrez, para ser mais específica, onde de um lado temos eu, O Cara da Roda Gigante, A Musa, O Acompanhante e a Deusa do Vento, e no outro, O Sabotador e os Cavalheiros das Trevas, cada um fazendo suas jogadas, as melhores e mais altas jogadas, onde tá valendo tudo, para possivelmente, dessa vez, parar no Céu.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

The Purgatory - Season Final / Turning Off - Nova Temporada


Entrei na igreja e ela estava vazia, como sempre. Caminhei até o primeiro banco, mas a sensação que eu tinha era que estava me rastejando. Ajoelhei-me e desmoronei em um choro sentido, doído... A dor ainda estava aqui. 
O Cara da Roda Gigante também entrou e sentou ao meu lado; tocou em minha cabeça e era como se a dor se intensificasse. Agora, todo o corpo doía. 

L: Eu perdi de novo, né? Mais uma vez. – Falei olhando para O Cara da Roda Gigante. – Dói tanto! – Falei, chorando copiosamente. – É uma dor que não passa, que não acaba. Olha onde eu vim parar, só para, mais uma vez, provar que eu não consigo... 
C: O Purgatório não é um lugar para quem não consegue, é um lugar para quem precisa aprender lições.
L: Eu aprendi tudo que precisava aprender em Oblivion. Eu aprendi as lições, paguei os preços!
C: Não. Você nunca passou da última fase de Oblivion. Você nunca aceitou. Ainda está na fase da depressão. Ela vem se arrastando e, por isso, dói tanto.
L: Não! Eu saí de Oblivion passando por todas as fases. Eu aceitei! – Gritei e fiquei de pé.
C: Pare! Você não precisa mentir para mim. Na verdade, você jamais conseguiria. Você pode tentar mentir para O Sabotador, mas, como ele é o pai da mentira, você também não conseguiria...
M: Chegamos, agora, em um ponto muito pior: ela mente para ela mesma. – Musa entrou na igreja e olhamos para trás. – Ela acredita mesmo que aceitou, mesmo estando aqui, num lugar de pessoas que devem. E deixa eu te adiantar uma coisa: Você perdeu mesmo. – Musa sentou e me colocou sentada ao seu lado.
L: Vocês... Aqui... Eu... – Musa colocou minha cabeça no seu colo e eu chorei. Chorei, sentindo a dor, zonza, sem acreditar nas verdades ditas ali, naquela igreja.
C: Onde está a carta? – Olhei para O Cara da Roda Gigante e tirei a última carta escrita para o Noah do bolso. Ela estava suja, mas a fita vermelha estava impecável. – Ela vai voltar para onde você deveria ter deixado. – Ele a pegou e desfez o laço.
L: Mas... E a dor? Ele ainda esta aqui. Não é a carta, é o amor, é a dor que não passa, é essa porcaria de dor e...
M: Então... Você admite que não aceitou? Que não havia acabado e que você guardou isso tudo que você sente aí dentro, tentando camuflar, escondendo, fingindo... – Eu olhei para Musa e abaixei a cabeça. Eu não conseguia parar de chorar.
L: Então, é isso?! Eu parei no Purgatório por causa dele?
C: Não, você parou aqui por sua causa. 
M: Você acha mesmo que O Sabotador não te conhece? Você acha mesmo que só porque foi ao inferno duas vezes, se tornou a fodona e que pode jogar com ele? Esse jogo é para gigantes, você é apenas um Silfo que nem consegue controla seu poder! Você é tão burra que é só ele te dá um laço pomposo que você cai, e você caiu mesmo, viu a historia se repeti, viu o mesmo contexto e ainda sim caiu. – Musa levantou e começou a andar de um lado para o outro. – E sabe por quê? Por que você não consegue controlar seus próprios sentimentos, você não consegue controla você mesma, não houve ninguém, abandona quem está do seu lado, só por capricho, por orgulho, e enquanto estamos lutando, O Sabotador está sambando, acabando com você e te deixando assim, para refazermos os cacos. Eu estou cansada, tá?! Estou mesmo! – Musa começou a chorar e O Cara da Roda Gigante a olhou profundamente, levantou, estendeu a mão para mim, me fez levantar e se aproximou da Musa, lhe estendeu a mão e fomos até o púlpito, chorando, as duas, em silêncio.

No púlpito, havia um prato de ouro onde O Cara da Roda Gigante colocou a carta com a fita vermelha. Ela começou a queimar e entre muitas lagrimas sussurrei um “Não!”. Cair de joelhos e gritei abraçada ao púlpito.


M: A dor não está aqui – Musa falou tocando no meu peito. – Ela está aqui – Ela tocou na minha cabeça. – Não é o coração, é a mente. Desligue. Desligue suas emoções. – Olhei para Musa sem entender e ela me tirou do púlpito, me abraçando a força. – Você vai conseguir! Eu estou aqui, O Cara da Roda Gigante está , as pessoas que você pode contar, jamais vamos nos deixar.

Musa e eu ficamos ali abraçadas chorando por horas. Chorei de dormir nos seus braços e ao acordar pela manhã no dormitório do Purgatório, me fez questionar até onde aquilo tudo foi real. Escovei os dentes, tomei banho, me vesti e tentei não pensar na noite anterior, não importava, era meu ultimo dia naquele lugar. Eu estava saindo do Purgatório.


A porta do metrô se abriu e eu puder ver meu Acompanhante sorrindo para mim. Eu o abracei como se fosse um amigo que a muito não via.

A: Para terra?! Olha só a vida te dando uma chance de novo!
L: A vida é uma filhadaputa, tá?! Ela não é minha amiga e não vai facilitar.
A: Ouvir dizer que sua história no Purgatório foi como a de Jô, O Cara da Roda Gigante só não deixou tira-lhe a vida, o que deve ter deixado O Sabotar irado. Você sabe que ele ainda te quer, né?
L: Aaaaah, pouco me importa, eu estou tão feliz que estou saindo, eu sou mesmo uma sobrevivente! A: Eu nunca duvidei disso! – Olhei pela janela e vi que já havíamos passado do túnel – E agora? Já sabe o que quer fazer ou o que não quer fazer?
L: Não. Recomeçar sempre é difícil, mas é preciso.
A: Então... Sem planos?
L: Não exatamente. Eu tenho um... - Sentei ao lado do Acompanhante e sorri. - Você vai continuar olhando por mim? Talvez, eu precise muito.
A: Eu jamais tirarei os olhos de você. - Ele me abraçou mais uma vez.

Chegando na estação, me despedir do Acompanhante e o vi seus olhos lagrimejar. Da última vez que nos virmos, vi piedade no seu olhar, dessa vez, era um orgulho com misto de felicidade. Corri, peguei um táxi e cheguei em casa o mais rápido possível. Ao abrir a porta, gritei pela Musa e ela desceu a escada correndo, me abraçou e agradeceu por eu está ali, olhei profundamente para os seus olhos e disse:

- Eu estou pronta, quero desligar.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Waking Up - A descoberta

Capítulo anterior: Waking Up - Nova Temporada 


L: Como assim? Quem virá atrás de mim?
M: Deusa? O que faz aqui? - Musa levantou-se e parecia completamente assustada com a situação - O que veio falar?
D: Quem tinha que falar isso era você, Musa, não é?! - Deusa voltou-se para Musa e a questionou - Você sempre soube, não é? Você, o Cara da Roda Gigante... Quem mais?
L: Deusa, o que você está falando? O que todos sabem? - Olhei para Deusa e para Musa sem entender o que estava acontecendo.
D: Eles vieram atrás de mim, disse que todos que estiverem do seu lado vão sofrer, eles vão te matar, Lara, acredito que você pode ser mais forte do que eles...
L: Mais forte de que quem? Musa? O que está acontecendo?
M: Entenda, eu... Eu, não posso dizer... Eu jurei... Eu não posso. - Olhei a Musa e vi ás lágrimas rolarem, ela parecia está apavorada.
D: Como você pode ter feito isso??? Você está aqui para protege-la e ao invés de prepara-la, você deixa-a pronta para o abate... Ela vai morrer, sabia?? Os Cavaleiros das Trevas já sabem, eles sabem tudo sobre ela agora...
L: O que eles sabem? Como podem saber sobre mim? - Eu olhei para Musa e logo depois para Deusa, e só vi desespero no olhar das duas.
D: Eu não sei ainda, preciso encontrar meu Xamã, preciso está em contato com a natureza... Mas agora precisamos te esconder e...

Neste momento a Deusa do Vento caiu no chão, começou a revirar os olhos e falar em línguas as quais eu nunca tinha visto. Musa e eu tentamos segura-la. Ela me agarrou e olhou nos meus olhos, eu não via mais a Deusa naquele olhar, era qualquer outra coisa, menos ela.

D: Deusa, Deusa da Natureza, dos ventos, do ar! - A Deusa do Vento começou a falar, fazendo bastante esforço, como se não conhecesse a nossa língua - A energia está aí, a força, a luta... Eu vejo sangue, eu vejo dor, mas é você que guia é você que controla os ventos, o mar... Está aí, aí dentro, dentro de ti...

Deusa abriu os olhos e levantou rapidamente. Parecia perdida, confusa, segurou os cabelos, a cabeça... Eu a abracei. Ela ainda estava muito ofegante e desesperada. A afastei e pude ver o seu olhar, onde eu pude vê-la, a Deusa estava de volta. Ela me encarou e entre algumas lágrimas e um sorriso, ela disse:

- Você é um Silfo, Lara! 

Continua...

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

lost and now whatever.

Uns dias atrás, curtindo a ociosidade das férias, entrei no Facebook e stalkeei. SIM, EU CAIR, EU PEQUEI! HAHAHA Suricatiei a vida de todo mundo: O Russell, aparentemente, terminou com a namorada, o James, casou-se, o Pedestal, está só esperando o filho chegar e o Comendador está de namorada nova. - Olha o meu todo mundo HAHAHAHAHA
Sentei e avaliei minha vida amorosa e eu não tenho nada de novo, não terminei com ninguém, nem de longe me casei, não estou grávida - obrigada, meu Deus! - e não comecei a namorar. - Sem vida feliz gente, por isso sem Facebook -
A verdade é que eu não quero namorar. Acho que é a primeira vez na minha vida que não quero isso. A vida tá uma bagunça, meu irmão! Não estou conseguindo lidar com relacionamentos básicos - Como o de mamãe e Pepi, por exemplo -, imagine um macho na minha cola??! 
Está solteira é bom. Como a gente vive em um país que um relacionamento é super-romantizado e cheio de babaquices, não ter ninguém querendo te controlar é lindo! Imagina que locoo o cara dando uma de maluco possessivo porque dormir na casa de algum amigo meu?! Ou ficar putíssimo porque eu teria dias que nem queria olhar para cara dele, mas estaria com a casa cheia de gente... Entendem?! Não quero viver isso. 
Eu ando tão chata, que tenho sentindo pena da minha melhor amiga, que tem que lidar com uma loca que levanta textões e faz perguntas existenciais, e depois de dois dias está fazendo tudo ao contrario do que disse que ia fazer. Fora os dias de choros e áudios no Whatsapp. 
Não, eu não tenho sido uma boa companhia para mim mesma, nem a Musa tem aparecido e muito menos o Cara da Roda Gigante. Eu voltei ao meu status de Junho de 2016, onde me vi tendo que viver comigo apenas e com o mundo. Evitando o What e destilando verdades no Twitter. Sem querer está com ninguém e curtindo o escuro do meu quarto.
Tenho tentado manter o meu equilíbrio emocional, mas percebi que ele estava no lixo, no dia que fui ministrar um treinamento de PNL, que preciso ter um equilíbrio emocional perfeito e CHOREI DE SOLUÇAR. Com minha mãe, que está internada - Pauta para outro post -, fui à viagem toda do ônibus chorando e dizendo para mim mesma que quando chegasse ao hospital, eu iria ficar de boa, só passando que estava tudo lindo para ela. A realidade mesmo é que cheguei, sentei e CHOREI DE SOLUÇAR com ela. Eu tinha conseguido equilibrar esse lance do choro, mas agora desandou de vez e eu voltei a ser a menina que chora no ônibus. 
Chegai a vaaaaaaaariiiaaas conclusões sobre a minha vida que me levaram mesmo a desisti de tudo. Peguei a cadeira, coloquei na varanda, sentei e estou vendo a vida acontecer. Eu aceitei que perdi, só não sei ainda o que fazer depois disso.


Ps¹: Esse post é tão eu na veia, que poderia ser um compilado sobre o que posto no Twitter.
Ps²: Estou ouvindo, incansavelmente, o albúm "The Wall" do Pink Floyd, com o objetivo de ver a luz no fim do túnel. 
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